The Wombats - Fix Yourself, Not The World
Jan 23, 2022
75
"No more subscribing, and no reviews". É assim que Matthew Murphy canta desesperadamente no fim da canção "Method to the Madness". Perdão, mas uma review será feita agora!

Faz alguns anos que escutei The Wombats pela primeira vez. Quando conheci a banda, lembro de ter gostado bastante, mas, por alguma razão, deixei de ouvi-la por todos esses anos e só voltei agora graças ao AOTY que me lembrou da existência deles. Obrigado, AOTY! Reouvir The Wombats foi ótimo. Se eu pudesse resumir "Fix Yourself, Not The World" em duas palavras, eu diria: divertido e contagiante. É exatamente essa a energia que o álbum passa. No decorrer das faixas, há sempre uma overdose de instrumentais alto-astral que se propagam de diferentes formas. Além disso, cada música, sem exceção, tem pelo menos uma parte que se destaca, o que contribui ainda mais com a entusiasmada jornada que o álbum leva.

Minhas maiores críticas ao álbum se devem a dois fatores: As letras e o excesso. As letras me pareceram bem estranhas e confusas. Não sei se acho isso por conta da minha inabilidade de interpretação, ou se realmente as letras abordam temas simples com um linguajar complexo (não de forma instigante ou legal), e até às vezes se apropriam de vocabulários consideravelmente desconexos. Quanto ao excesso, me refiro à overdose de instrumentais. Como já mencionei, cada faixa tem seus pontos fortes e todas são chamativas com seu caráter multi-instrumental, mas quando são colocadas em sequência no formato de álbum, a experiência se torna muito exaustiva. A infinidade de sons e vozes de cada faixa pesa no ouvido, e esse peso se acumula nas músicas em diante gradativamente, fazendo com que o álbum soe extremamente cansativo, ainda mais que esse sentimento é somado à confusão proporcionada pelas letras.

Apesar dos pesares, ainda considero o álbum bem interessante de se ouvir, desde que se esteja com calma e disposto a festejar incessantemente pelos próximos 40 minutos (que, em situações normais, parecem 400). Foi muito bom relembrar do The Wombats com esse álbum bastante divertido e reafirmar na minha cabeça que a banda é boa no que se propõe e o porquê de eu gostar dela.

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"No more subscribing, and no reviews". That's how Matthew Murphy sings desperately at the end of the song "Method to the Madness". Sorry, but a review will be done now!

It's been a few years since I first heard The Wombats. When I discovered the band, I remember liking it a lot, but for some reason I stopped listening to them for all these years and only came back now thanks to AOTY that reminded me of their existence. Thank you, AOTY! Re-listening to The Wombats was great. If I could sum up "Fix Yourself, Not The World" in two words, I'd say: fun and contagious. That's exactly the energy the album conveys. Along the tracks, there is always an overdose of upbeat instrumentals that propagate in different ways. Moreover, every song, with no exception, has at least one part that stands out, which further adds to the enthusiastic journey the album takes.

My biggest criticism of the album is due to two factors: the lyrics and the excess. The lyrics felt very weird and confusing to me. I don't know if I think this because of my inability to interpret, or the lyrics really approach simple themes with complex language (not in a thought-provoking or cool way), and even sometimes they appropriate considerably disconnected vocabularies. As for excess, I mean the overdose of instrumentals. As I've already mentioned, each track has its strengths and all are attractive with their multi-instrumental character, but when they're put in sequence in album format, the experience becomes very exhausting. The infinity of sounds and voices of each track weighs on the ear, and this weight accumulates in the songs onwards gradually, making the album sound extremely tiring, especially since this feeling is added to the confusion provided by the lyrics.

After all, I still find the album very interesting to listen to, as long as you're calm and willing to party incessantly for the next 40 minutes (which, in normal situations, seems like 400). It was great to remember The Wombats with this very fun album and to reaffirm in my head why I like the band and that they're good at what they propose themselves.

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