Eu não ouvi o disco completo. E sinceramente? Acho meio ridículo fingir que ouvi só porque a internet trata opinião musical como vestibular de autenticidade. Ouvir alguns trechos de três músicas e duas faixas completas claramente não me dá sensação suficiente pra avaliar a obra inteira como “experiência definitiva”, mas me dá contexto suficiente pra entender que esse álbum simplesmente ... read more
Meu Deus, você é burra.
Não consegue mandar um simples e-mail, seu namorado parece não saber trabalhar, sua vida amorosa é um incêndio acontecendo em câmera lenta e você continua correndo em círculos tentando entender por que tudo dá errado.
Você está completamente sem sentido.
Desesperada porque gostou de um garoto, viciada em tomar decisões ruins, presa num ciclo de inseguranças tão ... read more
Que ano para o rock.
Simplesmente uau.
Bom, arte é subjetiva, e isto é totalmente uma prova disso. É difícil imaginar que um álbum com uma estética que parece uma flor de sal digitalizada, perfeito pra elevar o gosto, sem virar uma estética merda, e completamente dela, vira sua visão de mundo.
Mas consegue.
E consegue de uma forma que poucos álbuns deste ano sequer tentaram.
Tudo vive aqui.
Do instrumental não ... read more
Se dessem mais 6 meses de produção, talvez estivéssemos falando de um dos favoritos a AOTY.
Esse álbum é surpreendentemente bom.
As melodias são decentes, funcionam muito bem dentro da proposta, e a voz do Malcolm Todd é realmente um dos pontos altos aqui. Existe uma sensação acústica muito agradável, quase orgânica, que em vários momentos me pegou de jeito. É aquele tipo de som leve, ... read more