Extremamente divertido, de um jeito que você não vê o tempo passar, da até uma vontade de dançar. Cumpre sua proposta, nada muito complexo ou surpreendente, confesso que fico impressionado com a criatividade do Tyler, ainda mais com tão pouco tempo de intervalo. Surpresa grata.
É um sentimento aquém do confortável, beira a nostalgia, brinca com as lembranças, não apaga o presente, flerta com uma melancolia. Difícil querer sair do álbum, é quase contagioso. Os beats são geniais, cada música e definitivamente uma experiência diferente, são como poesia. Não é nada obvio, apesar de um pouco confuso às vezes, o que muitas vezes impressiona, outras decepciona. Skyline to ... read more
Não deve ser só eu que acho esses vocais simplesmente geniais, é incrível como eles envelheceram bem. Falando agora sobre o álbum, é difícil não ser transportado pra uma experiência extremamente colorida e divertida,enquanto escuta cada música.
Me deu uma estranha sensação de nostalgia e uma tristeza em certas partes, aparentemente sem motivo algum, além disso um conforto indescritível.
Caroline, ... read more
Uma tristeza passiva. É charmoso e contagioso, não deixa de ser simples também, o que não é algo ruim, mesmo assim não deixo de questionar o quão alta é a nota desse álbum.
Sou simplesmente apaixonado na voz de Drake, realmente impressionante. Uma experiência ótima.
Uma experiência interessante, mas muito inconsistente e intrigante. Fiquei quase com a sensação que eu perdi alguma coisa. The Moon é realmente uma das melhores coisas que eu já ouvi, mas o resto parece meio simples. Sinto que eu deveria ouvir de novo e dar uma olhada mais cautelosa na história.
Talvez o álbum mais impressionante de uma discografia impecável. Transgride em uma jornada diversa e única entre tantos tipos diferentes de sonoridade com uma facilidade incrível. Gosto do jeito como cada música é realmente única em pelo menos um aspecto. Não posso deixar de citar como esse álbum acerta em alguns destaques individuais, não conheço ninguém que não se emocione com While my guitar gently ... read more
Consistente, leve e divertido. Tudo que um álbum dos Beatles precisa ser pra que eu tenha uma experiência incrível. Muitas técnicas diferentes, muita oposição também, não tem os melhores destaques individuais mas mesmo assim é estranhamente consistente. Girl é um destaque a parte.
Ouvir isso foi exatamente como passar um tempo bom com uma pessoa que você não via a um bom tempo, alguém que você adora muito, mas você sabe que inevitavelmente não vai voltar a ve-la por um bom tempo depois disso.
Fui meio inseguro, muito provavelmente devido ao álbum não ser tão conhecido, e não só estou surpreso como completamente emocionado, os vocais mesmo estranhos, oras distorcidos e desesperados, ora ... read more
Liricamente um delírio aos olhos, vocalmente nem tanto.
Eu gostei bastante da atmosfera simples, íntima e um pouco melancólica que esse álbum causa, o que já seriam bons pontos fortes, mas os holofotes foram completamente roubados por letras fenomenais, poéticas e completamente diferentes do usual.
Meu único problema com o trabalho é unicamente pessoal, estando em relação ao vocal, que sem motivo aparente me irrita ... read more
O que mora aqui são boas melodias com bons vocais, nada mais.
Esse álbum me causa um estranhamento, pois de todos os álbuns de Elliott Smith, esse é unicamente aquele que em nada remete seu artista, exceto a própria voz.
Os instrumentais são em suma desorganizados, as letras, que eu esperava ser o ponto chave de uma carta ao suicídio, acabaram sendo decepcionantes e muitas vezes vagando de qualquer significando coerente, muito diferente do ... read more
Aqui moram os maiores desalentos de uma pessoa, todos em formas diferentes, sussurrados pela voz de mais uma pessoa comum, sendo ele portador e tradutor desses sentimentos que nos encantam com magias de um teor melancólico, que amamos tanto.
A voz de Elliott Smith é imaculada, intocável, mora em outro plano, pois transporta amargura de forma que achava que nenhum humano seria capaz, a aflição não está tão só na voz, está na ... read more
A mudança sonora de Elliott Smith causou lhe sequelas graves.
Figure 8 é sim um bom álbum, todas suas 16 faixas possuem vocais incríveis, e instrumentais mais complexos que qualquer outro álbum do artista, incluindo solos tocantes, mas então o que deu errado? É difícil responder, está na sensação que o álbum passa, nada parecido com a melancolia sonora e simples que fazia de Smith um artista tão ... read more
É difícil falar desse álbum.
Havia algo no jeito cru e simples que Smith tocava que pertencia a sua identidade musical, a partir do momento em que uma disponibilidade sonora maior lhe foi disponibilizada, essa simplicidade tocante foi tirada de seu som, mas foi-lhe acometido por uma maior versatilidade musical.
Entretanto ouvir esse álbum foi uma experiência extremamente divertida, e muito diferente em relação a qualquer outro álbum de ... read more
Um bom álbum folk, apesar de algumas faixas não terem uma produção boa, Elliot Smith com seus vocais surpreendentes consegue mais uma vez transportar a tristeza em sua musica de maneira autoral.
Várias musicas possuem letras lindas e frustrantes, assim como veríamos mais pra frente em sua discografia , Smith possui uma composição tocante.
Há algo na forma em que este álbum foi gravado que o torna completamente diferente de qualquer coisa que já ouvi.
A melancolia infiltra cada pedacinho da alma e impregna os outros sentimentos com uma facilidade indiscutível, a voz de Smith carrega um peso e uma profundidade deprimente.
Suas letras descrevem de forma tão poética, de forma tão encantadora o buraco sem fundo que a dependência em heroína o causou.
Uma das mais belas ... read more
Soa inteiramente como uma despedida, uma triste despedida, que perpetua uma vida cheia de grandiosos feitos, de erros e de tudo que compõem o ser humano.
Devo ressaltar a beleza do instrumental desse álbum, com influencias claras do jazz, ele é capaz de criar uma atmosfera excepcional, além disso David Bowie, mesmo aos sessenta e novo anos de idades foi capaz de fazer vocais impressionantes. Mesmo assim o contrario ainda é perceptível em algumas ... read more
Um trabalho impecável, de feitio quase impossível para um banda que não produzia um álbum a dezesseis anos.
Honestamente, não sei nem por onde começar, seja por esse instrumental magnífico, ou pelos vocais impressionantes de Robert Smith, que mesmo após esses tantos anos ainda emociona a cada palavra.
Songs of a Lost World é quase indescritível.
Um dia da mais pura melancolia.
O tempo passa e as pessoas não entendem, jamais entenderão o padrão que faz a música tocar as cordas do fundo da alma para lhe fazer sentir tristeza, exceto esse álbum.
Eles descobriram o padrão, e fizeram um álbum para mostrar a descoberta ao mundo, o som puro da melancolia, eles não se preocuparam quanto a repetitividade, ou a quantidade nas faixas, apenas a mostraram, e não há nada de errado ... read more
Um álbum que tenta te guiar pelos melancólicos e temíveis cenários da segunda guerra mundial, e faz um bom trabalho.
Apesar da competência durante a retratação do ambiente devo citar que o som bizarramente cru e simples do folk não me agradou grande parte do tempo, principalmente em junção dos vocais.
Apesar dos erros o álbum tem seus pontos altos, em momentos em que se dedica à poesia, por exemplo, ou quando ... read more