Eu adoro a capa desse disco. E sinto uma nostalgia gigante com ele, é como voltar para 2015, com 15 anos e ficar mexendo no tumblr madrugada afora. Entretanto, isso não é o suficiente para segurar a nota, já que achei, em alguns momentos, tudo muito cansativo. Achei que algumas músicas eram bem repetitivas, porém um álbum que possui "Everything is Embarrassing" nunca vai ser totalmente ruim.
O começo desse disco é interessante, mas sinto que eles se tornaram muito repetitivos com o passar das canções, eram os mesmos instrumentais, com líricas diferentes.
Definitivamente algo que eu escutaria enquanto estou sentada no meio de uma floresta, refletindo e pensando na efemeridade das coisas.
Minha relação com a banda é uma coisa meio "média", tipo, eu gosto de várias músicas, mas de outras nem tanto. Se fosse para avaliar um contexto geral, seria uma nota 6 mesmo. Esse álbum abre com uma canção fantástica, a melhor do disco. A banda tem qualidade, só não rola tanto para mim? Isso não me faz menos fã de música, às vezes eu só não bate e de boa.
Beats? Interessantes. Achei a introdução legal, mas acho de verdade que a Ebony está repetitiva. Claro que nesse disco ela procurou explorar tópicos que não estavam tanto assim no anterior, mas ao mesmo tempo eu já ouvi ela cantar 828393 vezes o quanto rima melhor que todo mundo (ela não rima) e que é inteligente demais pra ser escutada por qualquer um. Dica: ela não é. Na verdade, é bem fácil te ouvir, Ebony, ... read more
A well-produced EP, especially if you notice that it was independent. Sophie has a beautiful voice and writes her songs in a way that I like, it reminds me of Ethel Cain in a way. I think she could bring a lot more excellent work in the future. “Black and Blue” was my favorite song.
Um EP bem produzido, principalmente se você notar que foi algo independente. A Sophie tem uma voz muito bonita e escreve suas canções de uma forma que me agrada, me lembra em certo ... read more
Muito lindo, muito envolvente, é um disco triste, mas que me deixou flutuando.
Eu gosto da produção desse disco, assim como curto muito a rima do Gustavo. Por incrível que pareça, não é meu álbum preferido (como é o de todo mundo), mas a qualidade é inegável.
Este aqui é mais bem produzido, possui uma profundidade de 20% (o que é muito para a banda).
Trabalho muito, muito, mediano para baixo. Foi difícil controlar o meu tédio, tudo parecia igual, com o Julian cantando chorado na minha orelha.
Nossa, definitivamente o melhor álbum deles até agora, muito bom mesmo! Bem produzido, lírica envolvente, realmente merece a fama que tem.
A banda encontrou seu auge, pelo menos até agora onde escutei, musical. Se fosse para pensar em como o Radiohead se define, apresentaria esse álbum. Muito bom!