não só o álbum de 2014 é uma bíblia do pop como a sabotagem do scotter braun e a regravação trouxeram um ar fresco e juvenil pras músicas que nunca envelheceram
com essas batidas oitocentistas, tudo parece tão confessional e gospel
a pergunta que fica é: como uma cantora de jazz de 20 anos, que achava que vivia nos anos 60, conseguiu construir uma carreira de impacto global e entrar pra história da música (inclusive em vendas) como APENAS UM ÁLBUM???? (eu sei do frank, mas não conta)
isso que é mpb. o mais doido é imaginar o álbum ser de 1976 e soar tão recente.
apaixonado pela madison.
o reckless abriu meu olhos, mas esse álbum aqui mostrou que ela sabe fazer bem sem nem se esforçar.
não posso negar que uma parte de mim murchou ao perceber que a luísa não é a mesma do escândalo íntimo e que o brutal paraíso não é um escândalo íntimo parte 2. não tava pronto pra uma continuação ainda.
talvez eu precise ouvir mais algumas vezes pra acostumar com a nova luísa.
"depois do fim" foi uma das únicas que me prendeu desde a primeira vez. ela é a "outra ... read more
se fosse um livro tenho certeza que seria aqueles de coleção infantil com desenhos, igual um conto de fadas
sempre tive um carinho por esse álbum porque foi uma das trilhas sonoras da minha infância, mas eu tenho uma questão com ele...
ele de fato é grandioso, tem sucesso comercial e é bem sucedido nas paradas e vendas, mas nem todas as músicas são tão legais nem soam bem.
quando passa da metade do álbum é como catar feijão, porque tudo fica meio que a mesma coisa.
é aí que eu não entendo, como a katy foi ... read more