Assim que vi o título eu sabia que tinha algo que ver com o Luiz Melodia! E não decepciona...
Muuuuito tropical. E um dos maiores álbuns brasileiros dos anos 80 também.
Não adianta, para um fã, a volta de uma banda ou cantor sempre será a melhor coisa a acontecer. Eu teria gostado de qualquer projeto dos caras! E no fim, mesmo cantando numa língua estrangeira (diferente do habitual), o Moptop não deixou as raízes indie de lado. As faixas continuam explorando o cotidiano do jovem moderno e suas questões, com linhas bonitas de guitarra e um vocal característico proveniente do Gabriel. Gostei um tanto!
A sinceridade me move a afirmar o disco como sendo inteiramente composto de shade tracks. Mas novamente, minha sinceridade me impede de falar que isso diminui a qualidade do projeto. Ele se tornou, na verdade, único em essência; muito real e de peito aberto.
Grandíssima referência para o gênero alternativo/indie do Brasil! O carisma do Jupiter combinado com suas performances à la Mutantes, composições únicas de uma genialidade infinita e o resultado disso tudo: um lindo disco.
Muita riqueza de cultura. Ouve-se o sertão gritando suas dores e alegrias pela voz do grande Luiz Gonzaga. A compilação traz clássicos e raridades, com muita música de qualidade. Forrózinho com classe esse!
Pra sempre vou carregar o peso desse disco na minha infância, importantíssimo na história da minha família que chega a ser bizarro. Não é por si só brilhante, mas mudou minha vida. A versão de "Lábios Divididos" da Banda é boa demais, pai!
Num cenário independente, criam um som quase etéreo (talvez impulsionado justamente pela falta de recursos e sua consequente queda de qualidade relacionada à gravação e produção), que se consagra como símbolo de autenticidade. Sem papas na língua, criativos em metáforas e ironias, com melodias "pesadas", mas lineares; verdadeiras características do Post-Punk. Impressionante
Oxe, "Chuvas De Verão" descreve bem até demais uma amizade pós relacionamento romântico
O melhor que você pode ouvir do Paulinho é sempre o próximo álbum. Esse samba popular, com direito à autenticidade de sobra. Poesia sem fim, escapando da viola, e ainda mais, porta afora. (Dá pra ver como fiquei inspirada ao ouvi-lo)