primeiro album da bia e ela lançou a bíblia da putaria. o funk tem que ser respeitado e não há melhor maneira disso acontecer tendo artistas tão inventivos mergulhando no gênero que é absolutamente rico. brincando com suas texturas, cores e aromas. ela traz tudo que é dito entre 4 paredes ao público, sem vergonha, sem tabus. é invejável e louvável alguém falar de prazer e sexo de forma tão ... read more
nunca vou esquecer a primeira ouvida que dei nesse álbum e como ele simplesmente funcionou para mim. de um jeito desconcertantemente bom. é lindo, melancólico. obrigada por tanto billie!
álbum que mais ouvi no primeiro término de namoro da minha vida e eu só posso dizer que a olivia rodrigo conseguiu ser honesta num nível quase constrangedor se não fosse tão lindo ver alguém sangrar e fazer música disso...
eu adoro esse álbum pela quantidade de memórias incríveis que ouvir me desperta. mas é impossível não retorcer o nariz pras composições fraquinhas e a pouca falta de criatividade. mas deu certo de algum jeito. é bubble, e ainda sim, consegue ser ruim.
aqui a ebony concretiza todo o potencial que eu sempre vi nela. ela apresenta mais profundidade, mais ousadia em falar de tabus. a sagacidade dessa carioca da baixada fluminense somado com o flow enérgico fez história com "km2". sinto que esse álbum bate diferente em minas pobres e racializadas........ tem algo que não dá para explicar.
e pensar que o "de primeira" realmente foi DE PRIMEIRA. aclamação absoluta. é um embrião que desenhou parte do que seria a carreira da marina: acertos nos conceitos e coesão nas composições. você escuta a música da marina sena e sabe que é dela, porque a artista debutou sendo fiel a própria essência.
quando ele volta, você tem que calar a boca porque ele tem algo muito importante pra dizer. essa é a sensação. don l explora os ritmos brasileiros e brinca com eles numa intimidade de dar inveja. queria morar nessas canções. para kendrick e kanye é a the new version de para lennon e mccartney!
melly traz um calor gostoso, esse clima de flerte, de verão, de litoral. a produção não erra uma vez sequer, os beats delícias e a voz da DEUSA é um troço a parte. #babado mesmo. dá muita vontade de amar.
muito doido pensar que esse foi o projeto de tcc da rosalía. el mal querer é uma degustação do que viria por aí: versatilidade. tem uma narrativa dramática e hipnotizante (sonora e esteticamente), as influências flamencas. cada canção é um capítulo e você não consegue pausar esse álbum antes de saber o desfecho da história que a garota canta.
a magia desse álbum é o encontro entre tantos ritmos, e encontrar em cada um deles o BRASIL. o brasil com s que nós vivemos na pele, no sangue, no suor. o maui não é novidade para mim, nem seu talento. mas ele conseguiu encapsular o melhor que tinha e entregou um dos álbuns mais relevantes de 2025.