virgin parece o tipo de álbum que envelhece como vinho. é, até agora, o álbum mais experimental dela: synths, batidas, sons completamente incomuns permeiam uma atmosfera chamativa e viciante. apesar de alguns trechos parecerem, simplesmente, desnecessários pra uma espera de 4 anos, é impossível não ficar admirado com as mensagens que ela passa nesse LP. lorde é permissiva ao erro, aos deslizes no amor, no relacionamento os pais, no ... read more
em uma sintonia solitária, as músicas mais fortes ficam por si só sendo, por incrível que pareça, as mais simples e incomuns. isso não é regra, mas se tornou, praticamente, uma lei não dita música: saia da zona de conforto, fale o que você pensa, fale o que você quer falar, mesmo que de forma instrumental. com exageradas 4 horas de duração, o álbum tem, sim, uma aparência bonita, mas, a partir ... read more
sendo sincero, algumas músicas aqui são boas. “lifetimes” é a única que consegue ficar em pé, o resto, um conjunto de melodias sem sentido que mais te fazem rir do que apreciar o resultado. é simplesmente hilário ver katy perry conversando consigo em “ARTIFICIAL”.
quase todos os momentos agradáveis aqui são destruídos por gritos sem sentido e desconfortavelmente altos, ao ponto de te fazer fechar os olhos e suspirar. quase todo o álbum é raso liricamente - boone sabe disso - foca na perfomance vocal e falha. ser maldoso com esse álbum não era meu objetivo, eu, genuinamente, queria dar uma chance, mas esse serviço é quase impossível. é difícil traçar o escasso ... read more
é doloroso dizer isso, sendo uma pessoa postergando a review de softscars por não sabe como começar a descrever um álbum tão perfeito, mas evangelic girl is a gun não vinga como os outros 3 pra mim. assim como tudo que yeule faz, o LP traz um ar futurista, entretanto, não tão disruptivo, e esse é o problema. é interessante ver as novas referências e a nova narrativa, mas a distância que evangelic traz da ... read more