"Happier Than Ever" é aclamado pela crítica, mas não tem imprensa nenhuma que me faça gostar dessa bomba.
Primeiro que o LP de Billie parece ser um grande podcast de 1h, com direito até interlude (este que parece aquele do álbum "Doce 22" da cantora Luisa Sonza.
A voz dela é uma tortura psicológica em todo álbum, dá vontade de pagar uma fonoaudiólogo pra coitada. Basicamente parece presa por 2 sapos na garganta.
O destaque, e o único, é a faixa título. Esta que nem gostei direito, mas só dela ela mudar a produção eu adorei. Os dois minutos finais são muito bons, já o começo parece igual as outras.
"Billie Bossa Nova" é a tentativa de puxar credibilidade com ritmos característicos do movimento brasileiro, eu se fosse Tom Jobim puxava essa menina pelas pernas a noite, pois (vinheta jeeeesus) é muito ruim, um atentado ao Brasil com certeza.
Outro destaque negativo são o singles, não sei como foi critério, dó menos pior a bomba de explodir um quarteirão? NDA é a pior, tentando trazer o o público de seu álbum anterior, Eilish refaz aquele tweet de "Melaine Martinez não inova".
Para finalizar, "Male Fantasy" fica apagada após a faixa título, não deveria ter entrado no álbum (assim como 80% dele).
Um péssimo álbum, mas com toda certeza levará um Grammy no ano que vem, uma vez que aqueles velhotes amam ela, dando pra qualquer peido sonoro que ela soltar.