O ano de 2024 foi intenso para o CIX. Com o lançamento de uma das melhores canções de sua carreira, “Lovers or Enemies” marcou o último projeto como quinteto, despedindo-se de um dos membros mais populares do grupo. Agora, após um período afastado, o grupo retorna com um projeto de cinco faixas, incluindo duas versões de canções já lançadas anteriormente, mas desta vez com apenas quatro integrantes.
Em THUNDER FEVER, o CIX consegue manter uma coesão impressionante, mesmo explorando faixas distintas. A versão repaginada de “Lovers or Enemies”, lançada em 2024 e mencionada anteriormente, apresenta uma presença marcante de sintetizadores mais sutis. Em contraste, a faixa-título “THUNDER” é um verdadeiro hino electro pop nostálgico, com uma pegada elétrica e energética, como o próprio nome sugere — um trovão.
E, como de praxe, o projeto encerra com uma ballad, mas arriscaria dizer que é uma das melhores ballads masculinas desta nova geração de grupos. “My Everlasting Sun” foge das abordagens comuns e das mixagens vocais artificiais que algumas empresas adotam para tentar emular a capacidade vocal de seus artistas, o que muitas vezes resulta em uma sonoridade pouco autêntica. A faixa é crua e consegue revelar a individualidade de cada integrante.
O mini álbum se destaca por ideias que, embora óbvias, são eficazes, trazendo de volta aquelas canções que sempre se destacam por oferecer algo minimamente diferente da grande massa. THUNDER FEVER é divertido e apresenta ótimas faixas, o que já é motivo suficiente para aproveitar um novo projeto no k-pop.
https://www.aqueletuim.com.br/2025/03/critica-thunder-fever.html?m=1
| 1 | Bad Moves / 60 |
| 2 | THUNDER / 80 |
| 3 | Lovers or Enemies / 85 |
| 4 | My name is shadow / 70 |
| 5 | My Everlasting Sun / 75 |