Aq, a Taylor tá no seu melhor, o melhor no simples. A Taylor e seus produtores misturam aquele synth pop que o Jack fez característico dela com um folk moderno em um conjunto com história quase folclóricas curiosas de se ouvir. Dá vontade de entender as músicas porque não só a letra tem um bom storytelling mas a produção é boa e esforçado, diferente de seus últimos trabalhos
Um grande álbum que tem em sua base: pop e trip hop que é misturado com músicas tradicionais (folk) de diversas culturas (Tendo até samba no meio). Com essa misturada, Björk cria um pop com muita personalidade apesar de n são ser tão fácil de consumir como o pop mainstream, é pop (afinal... oq é pop?). Björk desfia o que é pop com sua própria existência e com sua música nesse registro
Um álbum perfeito, experimental na sua própria maneira com mistura de gêneros de forma muito interessante (não é a coisa mais revolucionária do mundo mas tem seu grande valor). Com um conceito muiito bom sobre saúde mental/autoimagen e uma tracklist perfeita
Um álbum perfeito porque tem uma sonoridade de hip hop dos anos 90 muito interessante, experimentando no ponto certo, com letras muito bem escritas e com um flow que acompanha o storytelling das letras junto das suas qualidades
Um álbum genial, lindo e bem composto, só precisava aprimorar as um pouco as letras
A Lorde entregou aqui um álbum genial. Um conceito bem amarrado sobre festas, um relacionamento, a saída da adolescência e entrada no mundo adulto, tudo isso entrelaçado em uma festa em casa de uma noite.
O álbum começa lá em cima com músicas dançantes mas sempre com medo de n são serem por medo da triste realidade que ela está, aos poucos todo aquele êxtase vai acabando com o fim da fez, com o nascer do dia e com ... read more