Some Rap Songs é o projeto mais emocionalmente intenso e artisticamente bem realizado do Earl Sweatshirt.
Grandioso, impactante e algo que só o Don L poderia fazer. Menos icônico que o Vol. 3, mas ainda profundamente detalhado e produzido com maestria.
Fiquei impressionado com a qualidade lírica, a estrutura das faixas e a integração única de samples. Esse álbum é incrível, mas de uma forma brilhante e única que eu nunca tinha ouvido antes em um álbum de Hip Hop.
Lil Yachty se reinventando de um jeito inesperadíssimo. Rock e soul psicodélico com um toque de modernidade é o que torna esse álbum tão interessante.
Sinto muito por quem não consegue entender esse álbum porque queria mais do mesmo. Como uma peça de teatro, Kendrick vai nos apresentando temas complexos em atos que amarram pra um tema geral: o trauma geracional da comunidade preta estadunidense.
Queria amar esse álbum tanto quanto as outras pessoas amam, mas ainda acho que todos os temas abordados são complexos demais pra serem abordados em tracks individuais. Ainda assim, a escrita do Kendrick e o seu gosto por beats fazem a experiência ser cativante.
A produção é muito foda, acho que só faltava uma amarrada maior como Amar é Para OS FORTES tem. O experimento por si só faz esse projeto ser interessante.
O MESTRE DE GRAJAU TROUXE UM PRESENTE PERFEITO PARA NÓS MEROS MORTAIS. Produção experimental que tem cara de Brasil e letras profundas de um jeito que só o Criolo consegue escrever.
Liricamente perfeito, como todo álbum do Earl é. Mas admito que fiquei mais decepcionado no lado da produção. Não que eu quisesse uma repetição do álbum anterior, só que Some Rap Songs é hipnotizante quando falamos em beats. Ainda é maravilhoso ver o Earl num momento melhor da sua vida.
Lindo e estonteante. Eu nem sei muito mais o que eu posso falar. A produção é perfeita, a maturidade é chocante e dolorosa e toda a sonoridade tem a identidade da Billie. O mais próximo da perfeição que um álbum de pop chegou nas últimas décadas.