Edit 2025: 67 – 72. Apesar da bagunça, envelheceu como um dos melhores da discografia da artista. É divertido e nostálgico. Se formos comparar com o pop que se produz nos dias de hoje, ele tem seu destaque.
sinto muito por quem não consegue apreciar esse álbum, mas ele é exatamente o que o pop atual precisa. fresco, sexy e pouco preocupado.
Infelizmente, apesar das letras, parece que o álbum é cantado com tão pouco sentimento. Os instrumentais são pouco atraentes. É esquisito pensar que essa é a mesma Lucy de Home Video, Historian e parte do boygenius. Todo artista tem aquele trabalho que soa como um amontoado de tentativas sem sucesso. Essa é a vez da Lucy. Forever is a feeling é morno.
Toda vez que escuto esse álbum eu sinto uma vontade dilacerante e ao mesmo tempo sufocada de chorar. É tão terno e, no entanto, tão esmagador…
é ok. é um progresso em relação ao scaled and icy, mas continua bem inferior ao trench. eles continuam insistindo nessa sonoridade imatura, talvez por isso não consigam demonstrar muita progressão no que fazem. é um álbum decente, mas não passa muito disso.
gosto da voz do otis, mas por enquanto acho que não há muito mais pelo que se interessar. uma pena.
é tão cansativo de ouvir... é agitado mas monótono ao mesmo tempo. a estrutura é bem básica. é um álbum até escutável, mas não gastarei tempo ouvindo-o novamente.
Talvez o álbum mais interessante do mainstream este ano. Junto ao Finneas, a Billie atingiu um outro nível e entregou o melhor álbum de sua carreira. É lindo ver, é gostoso de ouvir.
Os instrumentais estão no ponto, cara. As letras são boas. Esse álbum é brilhante e charmoso.
As composições são tão ruins... Nem parece a artista que escreveu o Folklore e o Evermore. Acho que a hiperprodutividade da artista enfraquece suas propostas e cada novo álbum que lança é pior. Parece sempre retalhos de trabalhos antigos: as rimas sempre as mesmas, a rítmica nunca muda.