ouvindo os quatro projetos em sequencia fica muito evidente o quanto a banda mudou de estética
Cop e Young God ainda mantem aquele som opressor enraizado em Filth, apresentando uma atmosfera muito densa e fria, sons puxados e agressivos o tempo todo que soam como se o Michael Gira estivesse rangendo os dentes por tras do microfone enquanto canta, violando suas orelhas a cada palavra
o som é pesado e denso demais, e conforme o passar do projeto com Greed e Holy Money essa ... read more
Greed e Holy Money são os projetos principais nessa transição da banda de um som agressivo, denso e opressor para oque ela é hoje, embora os dois albuns ainda puxem muito do no wave de Filth, Cop e Youn God, os dois projetos inovam com elementos que mais tarde a banda aprendeu a trabalhar muito bem encima
os dois projetos são legais em sonoridade, mas o mais legal é ver a influencia deles na banda
album muito importante para a mudança de estética da banda e Greed aliada a Holy Money marcam muito bem esse estopim
esse album aqui puxa aquela formula densa de Filth, Cop e Young God e implementa elementos mais ritualisticos alem de um vocal mais sofrido
acho a parte do Greed legal mas o Time is Money extende de forma desnecessaria o projeto, a mesma coisa acontece com o A Screw no Holy Money
Holy Money é bem importante para o desenvolvimento da banda e mudança para algo mais complexo e unico, essa transição do no wave do album é bem legal mas eu não acho que A Screw seja um acrescimo tão significativo
a faixa é legal mas ouvir ela duas vezes depois de passar pelos 35 minutos de Holy Money nao é la grande coisa, acho inclusive que ela extende um pouco demais o projeto de forma desnecessaria
os dois projetos são legais mas um pouco cansativos pela ambientação pesada de ambos, e juntar os dois em uma compilação deixa tudo ainda mais denso e puxado, somando os 40 minutos do no wave de Cop com os 24 de Young God, o projeto totaliza 1 hora e 5 minutos de duração
uma experiencia fria e extremamente opressora que junto com Filth formam os 3 projetos mais agressivos da banda, memoraveis porem as vezes um pouco repetitivos
letras sombrias e uma ambientação bem mais opressora doque Filth e Cop
a banda pegou oque sobrou de wave no no wave dos dois albuns de estudio e conseguiu reduzir mais ainda, com batidas ainda mais frias e agressivas, a todo instante o album soa como se o MIchael Gira estivesse violando seus ouvidos, é uma experiencia de 24 minutos bem densa, com um instrumental pesado e carregado
continua sendo a fase de Swans que eu menos gosto, nao acho tão impactante alem do som ... read more
o começo é bem legal mas as musicas que tem nessa compilação acabam ficando muito parecias umas com as outras, a graça dos albuns de Swans pra mim é a variação que tem entre uma musica calma e uma musica explosiva, e essa compilação tira bem o meu fator favorito
é legal e bem produzido, mas todas as faixas da compilação (todas MESMO) são só faixas calmas e soam muito similares oque acaba ... read more
a primeira faixa é só uma versão resumida de Oxygen pra quem nao tem paciencia de ouvir uma musica com mais de 7 minutos, a segunda outra verão resumida de Oxygen mas ao vivo (essa aqui eu ja vi muitas vezes no Youtube, gosto dessa live), a terceira foi a mais inusitada, parece uma versão de Oxygen se fosse feita pelo Neutral Milk Hotel ou algo assim, a quarta faixa parece uma versão ruim de Oxygen voltada mais para o meditativo (eu nao acho que tenha ... read more
denso, opressor e sufocente
a introdução desse projeto é bem legal mas eu nao sou muito fã dessa fase Filth-Cop-agressivo do Swans, acho toda musica extremamente parecida, todas elas são "cantadas" como se o Gira rangesse os dentes enquanto cita cada palavra
a experiencia acaba ficando muito cansativa depois da terceira faixa e isso segue até o final do album, não acho que seja um projeto que eu vá reescutar tão rapido
primeiro projeto dele que eu nao achei tão diferente, a mixagem das faixas nessa estao meio fracas oque acaba fazendo o album soar como um funk generico na maior parte do tempo
nada muito diferente pra ressaltar, é ok só
pra mim é o melhor projeto dele até agora, extremamente criativo e com um fator replay absurdo pela duração
a mixagem disso aqui é excepcional e esse album tem algumas das melhores faixas dele como Bolhas Makiavélicas, muito legal ver um album de funk seguindo para um fronteira mais experimental e fora do convencional
não é o melhor projeto do d.silvestre mas com certeza é o mais memoravel, as faixas são extremamente bem mixadas e isso aqui ultrapassa muitas barreiras de som na musica
extremamente divertido e consistente, quando voce termina o album da vontade de reescutar, depois que eu ouvi a primeira vez fiquei com muita curiosidade em checar os outros projetos dele e são todos igualmente criativos, só nao sou muito fã dessa capa
parece que pegaram o Soundtracks fo the Blind, tiraram 1 hora e meia, cantaram em alemão e relançaram
dito isso é ótimo, essas "variantes" de STFTB seguem bem a formula do album original então acabam sendo quase que igualmente boas, bem legal tambem descobrir que o Gira sabe cantar em alemão
isso aqui é tão desconstruido que eu não sei muito bem como dar uma nota, tive a mesma sensação quando ouvi This Heat pela primeira vez e tive que reescutar umas 3 vezes para pensar me uma nota
é muita improvisação e muita coisa fora de ordem, tudo parece tão bagunçado que nos momentos em que o instrumental se encaixa parece outro projeto diferente, bem estranho mas reconfortante em alguns momentos
achei a ambientação desse muito rasa, o projeto todo é bem meditativo mas achei chato esse ruido quase estatico no ouvido durante todo o album
fora que pela duração faltou desenvolver muita coisa, 6 faixas totalizando 1 hora de projeto bem escasso, toda faixa é um zumbido interrompido por um grave e por alguns efeitos diferentes bem de vez em quando, com essa duração daria para desenvolver coisa muito maior
album bem imersivo, são só 4 faixas que totalizam 35 minutos de album, mas que conseguem desenvolver muito bem encima de pouco tempo, eu tinha muita curiosidade de escutar esse pela capa
achei muito engraçado que a terceira faixa "soak up wrath" soa extremamente parecido com algo tirado direto de Stranger Things
eu tava começando a mudar minha visão sobre os albuns pós Clayton, mas ai chegou esse e voltou para a estaca-zero
ele é muito vasto, senti muito a falta de elementos mais legais ou coisas para prestar atenção, é uma experiencia muito lisa, sem muitos detalhes nem nada com sonoridade peculiar como eram nos albuns numerados
ascassez por 38 minutos, com poucos (ou nenhum) sons que te prendem
A Deep Freeze e Fragments of the Night são absurdas e se destacam muito no projeto, o album em geral tem um ritmo mais lento mas com um fundo frio
estava ouvindo os albuns da banda que tem no Spotify na ordem, mas depois de terminar o Memories Misremembered começou a tocar Fragments of the Night desse e eu me apaixonei, a musica é tão tribal e imersiva que me fez querer escutar o resto do album e depois voltar para a ordem certa
são 11 musicas que totalizam 33 ... read more
a ultima faixa desse carregou o album todo, são 4 faixas que totalizam 50 minutos de album, mas a ultima dura 21 minutos e é absurda
só ela com certeza poderia formar um projeto solo extremamente consistente que entraria facil na serie dos numerados, inclusive ela lembra MUITO Everything is in the Right Place do Radiohead
muito legal e extremamente ambientado, vou reescutar com certeza
não sei porque a média desse é tão baixa, esse album merece MUITO mais que um 50
consiste em 5 faixas que totalizam 50 minutos de projeto, mas é uma experiencia densa e consistente, logo quando terminei fiquei com vontade de reescutar ele denovo
o album ja começa ótimo e com o passar das faixas ele vai alavancando cada vez mais, principalmente as ultimas 3 faixas são excepcionais, é um projeto muito imersivo e bem ambientado, uma ... read more