Álbum muito gostinho, pop chiclete divertido, umas para descontrair e outras para destoar, é um álbum muito bonito e bem trabalhado para um debut. Ela é chata ? Sim! Mas entrega ? SIM TBM!!
O maior álbum pop chiclete que já foi feito na história. Esse álbum consegue capitar toda emoção necessária que uma balada branca norte americana consegue oferecer, quando vc escuta se coloca num corpo de uma mulher branca americana numa balada synthpop cheio de adolescentes imaturos procurando diversão.
Não consigo levar a sério esse álbum, é sério que dizem que isso aqui foi um DOS ápices artísticos da Taylor ? Alguns bops e baladinhas são gostosos, mas que estética miserável e sem conteúdo original. Um Frankstein do melodrama com álbuns esteticamente parecidos... Muito mediano! 🤐
OBRA PRIMA!!!! O ápice do lirismo da Lana. Sério, que poesias e letras chocantes! Esse álbum não só é esteticamente bonito, ele é, em si, uma paisagem natural belíssima que representa beleza e harmonia, com o toque especial de psicodélico e cinematográfico que a Lana ama trazer nos seus álbuns.
Raiva, orgulho, poesia e piano tudo numa carta intelectual que o professor mais inteligente de Harvard não saberia escrever. Ele é como um vespertine, só que, ao invés do frio, ele concentra num inferno interno e aconchegante, onde a raiva e o orgulho se mesclam às letras e melodias.
Um filme em forma de música, um álbum tão coeso, profundo e tocante que é humanamente impossível não sentir algo escutando. Definitivamente, é uma Bíblia do pop moderno e revolucionário, é impossível replicar os sentimentos que esse álbum transmite. Se eu pudesse vivenciar uma "lore" na mais pura essência, eu escolheria ele para todo o destrinchar da história.
Esse álbum me impactou profundamente. É o único trabalho até hoje que eu consegui me conectar de forma que eu sentisse que vivenciava aquilo. Imersivo, chocante e diferente, é a definição do ser cool e sentimental ao mesmo tempo. Envelheceu como um vinho e merecia muito mais reconhecimento, como uma bíblia da adolescência inconsequente.
Te toca e soa como se fosse o inverno gelado e frio, um sussurro profundo de uma alma apaixonada que quer distância e viver aquele momento. As composições deste álbum são transcendentes. Acho que a única coisa que pode ser considerada um defeito dele, apesar de não ser exatamente um defeito, é que ele é muito monótono. Precisa de muita atenção, não é um álbum pop balada comum, é algo ... read more
DELÍCIA!!!! Me agrada muito esse gênero eletro dance pop. Álbum digníssimo, algumas músicas destoam um pouco da proposta, mas ainda sim seguem a linha tênue da pior garota da América. Precisamos de mais dessa estética hard messy na cultura pop.
É um álbum imaturo, mas sólido. Uma mulher com 17 ou 18 anos em uma indústria que não leva a sério as mulheres contar sobre problemas relacionados à depressão, abandono e uso de drogas, como se já fosse uma adulta madura, mas com o tom ousado e juvenil, indistinguível do gênero pop dark. Algumas músicas são, de fato, bobas, mas, em um contexto geral, o álbum é uma carta aberta de uma ... read more
Prima perdida da Sophie, um aralto da música eletrônica. As músicas são coesas de uma forma que não soam parecidas, são bem produzidas e fecham bem o conceito. Acho interessante como ele trabalha a forma intensa de um espaço cheio e o sentido de se sentir sozinho em locais cheios e conturbados. Definitivamente, muito bom.