cada faixa parece estar em perfeita sintonia, a batida é envolvente, tudo colabora mt bem. não há uma faixa que se destaque muito das demais, oq deixa o álbum um tanto quanto monótono em alguns pontos.
em geral me senti meio desconfortável ouvindo esse álbum, algumas faixas se salvam, porém a maioria soa sem alma e desinteressante.
um trabalho frágil, delicado e de muita expressão, children of silk nos presenteia com clipes cativantes, de uma profundidade surreal. a quantidade de singles é um ponto negativo, me deu uma sensação de algo incompleto.
mais um álbum que trás no seu ritmo uma certa tendência esquizofrênica (tulla amoor), o que me agrada bastante. a conexão das músicas quase sempre soa mt bem.
okovi é uma conturbada jornada sonora para outra dimensão, onde a luta contra os próprios demônios é inevitável. soak lentamente se expressa de forma tocante, como em nenhuma outra canção. em alguns momentos as palavras cantadas invertidas soam como um delírio, o que casa perfeitamente com todo o álbum.
o piano, solitário, demonstra toda a vulnerabilidade desse album, que trás temas que particularmente me identifico bastante e casam perfeitamente com sua melodia.
uma exposição intrínseca. em partes, escuro, com todo seu existencialismo. na sua maioria, maduro, leve.
divino, pra dizer o mínimo. se o paraíso tiver um som, certamente soa como vespertine.
surpreendente. um mar emocional íntimo e profundo. uma narrativa lenta e envolvente, sem dúvidas uma obra de arte.
envolvente em sua sonoridade transcendental, motherland sem dúvida é a faixa mais notória, único defeito é que acaba