Uns acrescentos interessantes à Portugalidade, que não desvirtuam e trazem, pelo menos, uma discussão interessante.
No entanto, há qualquer coisa nesta produção que faz soar aos meus ouvidos a artificial, quase música gerada por inteligência artificial, que deixa um sabor estranho ao ouvir o EP.
O Lon3r está para a música como o Slimani estava para o futebol, tecnicamente horrível, mas lá vai marcando um golitos.
O xtinto remonta aquela promessa que nunca dá o salto.
Aqui e ali vêm-se uns laivos de génio, umas notas de brilhantismo, mas o produto geral acaba por ficar aquém. Com um som que tenta ser muita coisa, como se o artista ainda não tivesse encontrado a sua casa, acabando por fazer um pouco de tudo e, por isso, deixar tudo desconexo.
Dentro deste álbum de 16 músicas está um álbum de 7 genial, mas assim, acaba por ser só mais ... read more
Aquele amigo que gosta bué de música indie (e nomeia The Strokes, Tame Impala e Arctic monkeys), que nos mostra a música que fez no quarto e que respondemos “até não tá mau”, lança um álbum e o resultado é este. Música que soa ao background do picnic ao pôr do sol, na praia do Tamariz, da Carlota e das amigas.
Nada soa particularmente original, nada tenta ser. É tudo muito derivativo e aborrecido. ... read more
O Van Zee tem o dom de ser tão monocórdico que até um metrónomo sente inveja da consistência.
Mais white noise compilation da nossa industry plant. Reconheço claras melhorias face ao do mar, mas isso tem mais a ver com a produção overall, beat Selection, do que propriamente do Van Zee.
O Van Zee tem o dom de narrar a vida como se estivesse a ler a bula de um medicamento... mas sem os efeitos secundários interessantes. O que vale ... read more