Jack Harlow está em um empasse muito difícil, o cantor de rap não é criativo, não bebe em originalidade, sua contribuição para música nunca existiu, ele nunca impactou de alguma maneira; mas, quando em seu melhor lugar, isto é, quando ao menos acertava em um hit rap/pop chiclete, que conseguia vender alguma coisa em sua melodia para ocupar espaço em playlists, rádios (se você é norte-americano) e na sua ... read more
Harry Styles lançou o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores do ano!
Liricamente ele permanece onde sempre esteve, entre cortejos, romances melancólicos e implicitamente escrevendo sobre sexo. A diferença se fez na presença de diva pop que o cantor personificou em seu álbum, um projeto disco, cuidadosamente trabalhado, rítmico e bem pensado melodicamente.
Ainda que "Pedaço" soe como um clássico da música popular brasileira, aqui não existe composições pretensiosas com metáforas mirabolantes ou rimas forçadas, o EP é suave, gostoso, compreensível, terreno.
"Justice" foi um álbum mamão com açúcar, onde Bieber conseguiu desempenhar um pouco melhor o papel de popstar masculino. Sem grandes riscos e vergonhas alheias como em "Changes" ou "SWAG" (exceto, claro, pela interlude "MLK" e a letra de "Peaches"), o álbum não apresenta o suficiente para ser memorável como ruim, e nem bom, mas você pode extrair alguma música que faça seu gosto ... read more
Lançado 5 anos atrás neste dia, "WE ARE", álbum vencedor do grammy de "album of the year", compila diversos gêneros, tais como funk, americana, gospel, rap, em um projeto enérgico que abraça sobre a conquista da vida.
Para minha total surpresa é um bom álbum; Gorillaz canaliza ritmos internacionais sem perder seu estilo, o resultado, ainda que um pouco mais longo que o necessário, é positivo.
¡5 anos atrás nossa rainha latina arrasava num EP mostrando como se faz um quinceanera!
Em "Nothing's About to Happen to Me" Mitski está no fundo do poço. O álbum sobre a mercê da artista a um relacionamento e a boa vontade do parceiro de continuar é bastante autodepressivo e perseverante nos próprios termos de codependência.
É o álbum mais brega romântico clichê casamenteiro comercial de margarina dele até então. Chato.
Trabalhar abertamente com Dr. Luke, isto é, sem nem solicitar que este use um pseudônimo, só pra lançar músicas que qualquer produtor pop poderia ter feito, é de fato uma escolha muito burra. As músicas pouco divertem, pouco desafiam, pouco comovem, mas não são necessariamente de todo ruins.
Em seu primeiro álbum como artista solo, Leigh-Anne visita a música originária do Caribe, região em que nasceu, além de ritmos internacionais, como r&b e afrobeats (popularizado dessa forma).
Contudo, ainda que a artista tenha se empenhado em confeccionar produções boas e decentes, o álbum ainda deixa a desejar em tudo mais, a interpretação da artista é uma reprodução fácil e qualquer de ... read more