Crueu ,nú e cru,ver a transição de álbuns festivos e eletrônicos para uma coisa mais selvagem,dolorosa e imperfeita de Kesha faz o álbum ter uma camada de agressividade e tristeza , porém parte das músicas não se tornam coesas e fica um pouco entediante enquanto esse furacão vai diminuindo.
O álbum que me fez gostar do trabalho da Taylor,ele é cativante divertido e emociona em algumas vibrações,as colaborações deixam o álbum recheado de sentimentos,uns que se contradizem e que se encontram em um jantar romântico
Alegria e Futurismo presentes em melodias e tristezas novas e interligadas a vontade de dançar e mostrar seu queer dentro de você.
Original,coeso e bastante autêntico,Rina explora seus desejos mais selvagens e profundos em um grito juntamente a sua guitarra,com fluxos maximalistas e batidas em sintonia.