Uma grata surpresa. Com uma discografia irregular contando apenas com o bom "voicenotes", ele evolui seu som com referências no yatch rock e soft rock do fim dos anos 70 e começo dos anos 80, contando até com as suntuosas participações de Michael McDonald e Kenny G. É um álbum de pop soul com muitas texturas, participações inusitadas mas que acrescentam credibilidade e volume como Ravyn Lenae e Utada Hikaru, o que mostra um ... read more
Um álbum surpreendente, mesmo com as limitações vocais da cantora, houve um amadurecimento natural e criativo de sua música, cuja discografia é mediana pra ruim. O álbum conserta tudo que deu errado no passado, com letras pessoais, produção pop introspectiva e muito competente, refrões carismáticos. Meus destaques: Holiday Party, Tell Me That Won't Happen.
Ainda falta para Madison uma identidade musical própria e distinta, tudo em Locket ainda soa como um álbum da Ariana Grande, desde a voz até os arranjos e produções. Havia uma expectativa de um eletrônico ao estilo americano como foi feito em Make You Mine, All At Once, Yes Baby e 15 Minutos, mas mesmo com uma indicação ao Grammy nessa categoria, ela decidiu seguir uma vertente ainda melodramática. Vai ficar para o próximo!
Teria sido mais interessante se tivesse seguido a sonoridade y2k com o pop/r&b infeted de "how does it feels", algo claramente inspirado nos melhores e nostálgicos trabalhos de Justin Timberlake e Pharrell no The Neptunes. Porém, decidiu seguir a coesão do alternative pop/trap que o úblico dele tá acostumado, o resultado acabou sendo um disco irregular quase monótono, ainda que competente em letras e produção, mas sem o ... read more
Não é ruim, não agrega nada novo, nenhum tipo de frescor, modernidade, releitura ou provocação ao gênero. É como ir em um barzinho e ter uma cantora ao fundo implorando por um couvert cantando clássicos que você já ouviu milhares de vezes. Ainda assim, melhor que qualquer trabalho da Anitta.