Acho um debut muito bom, mostra bastante da personalidade da Chappel e o estilo dela. Para mim, ela soube escolher muito bem os singles, porque são o ponto alto do álbum. As outras músicas (tirando Kaleidoscope, que eu amei) ficaram meio apagadinhas.
Curto? Sim, poderia ser até mais. Doce? Sim, daqueles que você precisa beber um litro de água após comer. Acho esse álbum bem sem personalidade. A Sabrina força muito para ser vista como dadeira, diferente da Anitta que consegue fazer isso naturalmente.
Acho a ideia do álbum de refazer as músicas, muito interessante. Geralmente não gosto de remixes, mas uns do álbum eu amei, outros acho que se fossem outros artistas envolvidos teria sido bem melhor.
Tem muito deluxe que os artistas só lançam para ganhar mais dinheiro, porque as músicas não acrescentam em nada no álbum original ou são ruins, mas aqui a Charli pisou muito, principalmente em Spring breakers.
AI EU AMOOOOOO. Como pode a Charli ter feito um álbum só com músicas boas (e umas 4 que podiam não estar, mas ofuscadas pelas outras ótimas). Merece muito ganha o AOTY no Grammy, não só pela qualidade das músicas, mas também pelo impacto que o brat teve no ano.
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| 90 - 99 | ||
| 80 - 89 | 3 | |
| 70 - 79 | 3 | |
| 60 - 69 | 1 | |
| 50 - 59 | ||
| 40 - 49 | ||
| 30 - 39 | ||
| 20 - 29 | ||
| 10 - 19 | ||
| 0 - 9 |