Acho um debut muito bom, mostra bastante da personalidade da Chappel e o estilo dela. Para mim, ela soube escolher muito bem os singles, porque são o ponto alto do álbum. As outras músicas (tirando Kaleidoscope, que eu amei) ficaram meio apagadinhas.
Curto? Sim, poderia ser até mais. Doce? Sim, daqueles que você precisa beber um litro de água após comer. Acho esse álbum bem sem personalidade. A Sabrina força muito para ser vista como dadeira, diferente da Anitta que consegue fazer isso naturalmente.
Acho a ideia do álbum de refazer as músicas, muito interessante. Geralmente não gosto de remixes, mas uns do álbum eu amei, outros acho que se fossem outros artistas envolvidos teria sido bem melhor.
Tem muito deluxe que os artistas só lançam para ganhar mais dinheiro, porque as músicas não acrescentam em nada no álbum original ou são ruins, mas aqui a Charli pisou muito, principalmente em Spring breakers.
AI EU AMOOOOOO. Como pode a Charli ter feito um álbum só com músicas boas (e umas 4 que podiam não estar, mas ofuscadas pelas outras ótimas). Merece muito ganha o AOTY no Grammy, não só pela qualidade das músicas, mas também pelo impacto que o brat teve no ano.
Ela podia muito bem ter escolhido 15 músicas dessas 31 para trabalhar e fazer algo bom, mas preferiu alimentar a fome dos fãs desesperados. Esse deluxe tem umas cinco realmente boas, porque o resto é bem filler, além de thanK you aIMee que é a pior música da carreira dela (inclusive, a parte dois ficou com 71 de nota por conta dessa bomba).
Esse só não é o pior álbum dela, porque o Fearless e o Reputation existem, mas a cada dia que passa ele fica pior que eles. A maioria das músicas são bem mornas, tanto na composição quanto na melodia. Parece que a Taylor ficou anotando várias coisas aleatórias antes dos shows da The Eras Tour e mandou o Jack mixar algo que parecesse a filha de Folklore e Midnights. O problema do álbum é que ele passa a ... read more