Após anos de seu último projeto completo, o álbum Bare&Rare, Pt. 1, e tentando se redescobrir com uma nova companhia, CHUNG HA faz seu tão esperado retorno com o EP de oito faixas, Alivio. Nos últimos meses, a cantora vem experimentando novos sons e revisitando os antigos, com o propósito de se restabelecer na mente de seu público depois de um longo tempo sem poder demonstrar suas capacidades e habilidades. “EENIE MEENIE” e ... read more
No auge dos seus 20 anos, a cantora BoA cai em cheio no dance-pop com batidas de hip hop que fazia sucesso nos anos 2000. Neste momento da carreira, em seu décimo álbum, a cantora se arrisca em gêneros que são familiares para ela, mas também como sonoridades que vão além do seu pop convencional. O maior problema do álbum foram as escolhas para serem as canções promocionais de maiores destaques – que, são as piores ... read more
Após o maior acerto da sua carreira – IVE SWITCH –, o IVE desce o nível de tobogã e entrega um projeto esquecível e quase sem atitude alguma (meio irônico, não?). Pior lançamento delas, seja em termo de EP ou de singles.
Mergulhando em influências artísticas provenientes de Kate Bush e Björk, a cantora sino-britânica, Siteng, cria um projeto que mescla suas raízes culturais numa obra coesa e imersiva. Violent Divinity traz sonoridades eletrônicas e pop com um quê alternativo em todas as suas abordagens. Em cinco músicas, é possível transitar entre diversos espaços mesmo estando em apenas um lugar.
“Water and Water” é uma ... read more
Dentre os álbuns da BoA até 2006, este é o que mais se diferencia na sonoridade. Vemos faixas com influências em um City Pop, canções mais rítmicas e emotivas, e até um Drum N Bass, mas nunca abandonando as batidas energéticas que embalam a idol em suas coreografias. Há algumas surpresas aqui e ali, mas também há muita normalidade. Destaques para “Outgrow ~ Ready Butterfly”, “Do The ... read more
Este álbum foi extremamente chocante para mim. Não esperava canções impactantes com produções tão limpas e detalhadas neste nível logo no início, ainda mais analisando o jeito que as canções da BoA se estruturavam nos dois discos japoneses antigos. Diria que ele se encaminhou bastante para um certo começo de amadurecimento artístico da BoA e vejo que, como um dos álbuns que precederam o Girls on ... read more
Se tratando do álbum mais famoso da BoA – diria que tem chance de ser bem mais popular que o No.1 e o Atlantis Princess –, haviam expectativas em mim para o dia que eu fosse ouvir ele. Não sei se eu coloquei muita expectativa nele, mas consegui aproveitar (só não achei um grande suprassumo). Tem canções muito interessantes aqui, mas nada além do comum que a BoA fazia nesta época. Destaques para “VALENTI”, ... read more
A estreia da BoA no Japão se mostrou mais consistente que a sua estreia coreana e no primeiro álbum dela já vi uma grande evolução relacionado às canções anteriores. Destaque para “Listen To My Heart”, “Don't Start Now” e “氣持ちはつたわ”
não é ruim, mas não cumpre o que eu acho que deveria cumprir: uma faixa comemorativa de dez anos e um "retorno" do gfriend. parece muito mais uma b-side descartada do wlapurgius night ou do labyrinth.
morrendo que ela é uma taylor swift muito menos interessante do que a própria
É fofo. É confortável. É inovador? Não. Mas cumpre o que prometia - e foi melhor do que eu imaginei.