Ela voltou muito bem, com um pop que funciona melhor no contexto da época em que foi lançado. É um pop menos digital e mais orgânico, com referências à música country e ao rock, enquanto as letras mostram mais vulnerabilidade, mas ainda mantêm a diversão. Minhas faixas favoritas são as baladas Praying e Rainbow e a faixa final, mais country, Spaceship. As três são muito bonitas e trazem boas mensagens sobre ... read more
Para atender à proposta que ela queria, o álbum teria que abraçar o experimental de vez. Outra opção seria abandonar a ideia e assumir um funk mais pop e comercial mesmo. Esse meio-termo de faixas curtas e chicletes com batidas muito instáveis não funciona muito bem. As músicas não têm tempo para se desenvolverem e mudam de humor rápido demais. No fim, o álbum não é ruim, mas soa confuso e fraco e ... read more
Rihanna encerrou a carreira no auge artístico, tal qual uma supernova que brilha mais nos seus momentos finais. Saudades. Até os descartes FourFiveSeconds e Bitch Better Have My Money eram bons. Trocaria fácil algumas faixas mais sem graça do álbum por essas, inclusive.
Minhas favoritas são Kiss It Better (such a vibe) e as quatro últimas, quando o álbum desacelera e entra numa pegada mais folk e de baladas, com Never Ending, Love On The ... read more
Vou ter que admitir: ela se arrasou nesse.
Na minha primeira ouvida, confesso que não fui de coração aberto (acho que por causa dos singles). Quando ouvi Vampire e Bad Idea Right?, pensei “lá vem a mesma ladainha de sempre dela brava com o ex 🙄”. Mas, como vi que as notas desse álbum estavam melhores que as de Sour, resolvi dar uma segunda chance, e ainda bem que eu fiz isso. O álbum segue uma proposta parecida com a do anterior, mas ... read more