Já na casa dos 50 e botando pra quebrar como se estivesse em sua juventude. Sem dúvidas, um de seus melhores trabalhos.
É deprimente saber que uma artista de muito talento e voz como a Ashanti já fez um álbum como esse. Faixas esquecíveis e produzidas apenas para o "contento" dos fãs e adoração da mídia.
Melhor que o "Bionic", mas totalmente desnecessário em sua carreira e esquecido até pela própria.
Se eu ouvisse uma música que não seja "Woohoo" e "Not Myself Tonight" desse álbum e eu não conhecesse, não iria dizer que era Christina Aguilera cantando, mas sim, uma artista Pop que mais quer números e sucesso do que entregar um trabalho realmente bom. Péssimo.
Um pouco inferior ao "20 Y.O.", mas ainda têm diversas faixas que marcam muito os anos 2000, além de ser um álbum feio exclusivamente para as pistas de dança. Um trabalho com nem muito, nem pouco, apenas okay.
Um disco bom, mas muito pouco aproveitado. Ela teve 18 meses de gravação e conheceu diversos produtores, e era justamente NESTE momento que ela devia ousar e fazer algo totalmente fora da caixa (como fez com o "All For You"), mas dessa vez, falhou. Janet tentou fazer algo comercial e não conseguiu, piorou ainda mais depois do escândalo no Super Bowl.
"All For You" é a prova de que uma artista, já na casa dos 30, pode sim fazer sucesso e ao mesmo tempo uma obra prima. O LP tem R&B, Rock, Pop, Dance e Hip-Hop; TODOS muito bem trabalhados. Tenho que dizer que o álbum, ao contrário de alguns outros (poucos) da mesma, te deixa acordado e muito ativo do início ao fim.
Demorou muito para que o eu me acostumasse com o disco. "The Velvet Rope" é muito experimental e difícil de entender, muitas vezes, onde a Janet quer chegar. Porém, sua criatividade e maturidade crescerem gigantescamente e o LP fez com que ela tivesse enorme liberdade artística.
Músicas incríveis e um álbum completamente bem estruturado, porém pode ser bem cansativo às vezes. Ao mesmo tempo, é inegável que o LP marcou a carreira da Janet e contém os auges de sua carreira.
Um dos álbuns mais revolucionários na história da música. São nove faixas APENAS de Janet. Sem Quincy Jones e sem o seu pai envolvidos. O resultado não poderia ser melhor!
Por mais que muitos não tenham gostado, eu acredito que Justin inovou ao fazer um estilo ainda mais estranho com o Timbaland, este ano.
Alessia Cara é uma artista completa, madura e talentosa. Porém, em seu novo álbum, ela faz tudo sozinha mas peca em fazer coisas realmente memoráveis. As letras são o ponto alto, destaque para “Trust My Lonely”.
Diante a tanto reggaeton sem qualidade no mundo latino ultimamente, “El Mal Querer” é o álbum perfeito para tirar a visão suja da música latina.
Mariah Carey já é uma lenda consagrada. Em seu 15º álbum de estúdio, com mais de vinte e cinco anos carreira, ela consegue fazer um dos melhores álbuns da mesma. Há faixas fracas, principalmente aquelas que foram liberadas antes do lançamento – principalmente "GTFO", que é totalmente descartável. Destaco aqui as faixas "Caution", "The Distance" e "Stay Long Love You".