Não é o seu melhor trabalho, mas Nicki Minaj amadureceu muito enquanto a suas letras. Não há nada longe do que está nas paradas agora, mas é um disco bom.
Travis Scott reuniu muita gente boa para fazer um álbum bem produzido e muito divertido de se ouvir, com conteúdo bem mais maduro do que seus trabalhos anteriores.
Não é o melhor trabalho de Lily, mas nem o pior. O ponto forte nesse álbum é a sua composição, que, quando vem de Lily Allen, não surpreende a ninguém – justamente por ser muito boa.
Tudo nesse disco é coeso. Pharrel Williams, que foi uma peça importante no trabalho, usou toda a sua criatividade para criar um dos melhores trabalhos do ano.
Assim como "DEMI", é um álbum híper pessoal e coeso com diversas influências de R&B e Soul, algo que ela nunca experimentou antes - óbvio que sem sair do Pop. Diante ao seu álbum de estreia, a cantora evoluiu MUITO desde então.
Demi Lovato finalmente consegue equilibrar suas faixas e vocais em um único disco que, até então, é o melhor de sua carreira.
"DEMI" é uma era vergonhosa, mas o álbum em si mostra emoções nunca ditas por Demi Lovato. De longe, seu álbum mais libertador e pessoal.
Talvez Pop demais, mas os vocais, baladas e sentimentos que a cantora nos proporciona são gritantes. Podemos perceber isso em todas as faixas do disco, na verdade.
"Here We Go Again" foi feito às pressas, mas já mostra uma tamanha evolução diante de seu trabalho anterior, onde a estrela exibe ainda mais os seus vocais.
Demi Lovato, no futuro, se tornaria uma estrela. Porém, seu álbum de estreia é desastroso, muito imaturo e adolescente com diversas faixas genéricas.
Aqui temos uma prova de que Ariana Grande é amaior artista teen de sua geração. Um álbum de sucesso, com letras incríveis e produções bem feitas. A cantora realmente se dedicou para o disco.
Depois de sair de um álbum coeso e maduro até demais para uma cantora teen, Ariana Grande estava desesperada para entrar na indústria de forma impactante - e conseguiu. Porém, "My Everything" prova exatamente isso: o desespero para a indústria. No entanto, é um álbum bom.
Um dos melhores álbuns de estreia feitos por uma artista jovem nessa década (ou talvez no século).
Ainda muito jovens para o ramo da música e, mesmo assim, fizeram um material com Pop de qualidade e uma previsão de que Fifth Harmony se tornaria uma das melhores girl groups da década que surgiram.
Com a saída de uma das melhores integrantes do grupo, Fifth Harmony miram em um álbum com muito mais black music do que seus anteriores e acertam em um álbum comercial e apelativo demais.
"7/27" e uma prova de que o sucesso faz com que o artista queira ainda mais atenção. Depois de lançarem um dos melhores LPs de 2015, Fifth Harmony decepciona nas letras e produções do álbum.
Em seu primeiro e melhor álbum, Fifth Harmony prova que pode ser uma girl group de sucesso, trazendo músicas para a rádio e, ao mesmo tempo, faixas que surpreendem pelos vocais e tamanha qualidade com influências do R&B e Pop dos anos 2000.
Não há nada de muito especial aqui, porém a grande presença e vocais de Khalid surpreendem.
Por mais que seja um LP grande, ele trás letras diferentes, maduras e coesas que combinam com a personalidade do álbum, com muitas influências do R&B e Pop atual. Todas as faixas aqui têm personalidades que podem fazê-las tornarem grandes sucessos.