Malkmus foi a Berlin e apanhou uma trip com a música da cidade. Apeteceu-lhe experimentar máquinas e um som mais electrónico. É um disco de descoberta, de experimentar, de ingenuidade, mas com resultados positivos, porque as músicas resultam muito bem. É o álbum diferente e alienisna de Malkmus e essa diferença atrai imenso nas primeiras músicas.
Entretanto a trip passa-lhe e ele termina o álbum no seu bom velho som, ou ... read more
Na tentativa de fazer um álbum para os filhos Panda Bear usa o mesmo pensamento que os Animal Collective estão a usar. Samples minimais, onde apenas uma linha sustenta a música do inicio ao fim. Perdemos o mar de efeitos e camadas, em virtudo de um som eniano mais despido, polido e seco. Agora aquela capacidade emocional de nos levar a sítios e puxar a lágrima continua lá, pelo menos num bom número de músicas, e quando bate, bate mesmo, ... read more
3 excelentes remisturas, 3 novas visões para um ep muito interessante e algo novamente contextualizado e explorado.
Da contemplação de Burnt Friedman, até ao loucura nocturna de UKAEA.
fav. Nine Doors (UKAEA Remix)
Um dos álbuns mais sujos de Hip-Hop nacional que me lembro, and i love it.
fav. Drunfos
não sou o maior fã do Nick Cave que por aí anda, mas este Live apanha-me sempre
Saudades Primavera Sound 2018 e a porrada emocional que foi.
fav. Jubilee Street
Quando pegas numa panela e mandas os Black Dice, os Atari Teenage Riot, os Sleigh Bells e os Crystal Castles, para dentro, regas com um bocadinho de Death Grips e SOPHIE como sal.
No fim serves com um bom ácido a acompanhar.
é uma boa receita
fav. Death/ Bad Girl
Tanto da para dançar como para fazer um ritual.
Quando é bonito é mesmo bonito, mas sobretudo é nos momentos mais dançantes que se encontram as pérolas
Fav. Once Again
Adoro o som deste instrumento,é tão relaxante e meditativo. É daquelas cenas quando bem tocado deixa uma tipo perplexo e com vontade de saber tocar.
Este é um álbum muito a base de uma ideia de relaxar cósmico, de viagem pela mente, pela imaginação, pela nossa respiração e que funciona muito bem, mas sem nunca apagar a ideia de que provavelmente existe melhor material da banda no seu espolio.
Fav. The Secret Kissing Of ... read more
A ideia de combinar jazz com música indígena (derivado da origem étnica do Cochemea Gastellum, saxofonista dos Dap-Kings da Sharon Jones) é muito fixe e o resultado é interessante sobretudo na primeira metade do álbum, contudo faltam-lhe músicas que me prendam pelas orelhas (há umas duas ou três). e sofre do problema de parecer mais interessante enquanto se faz algo do que quando se da uma full attention .
Contudo só pela ... read more
O Gajo tem nome e pose de punk, mas do seu instrumento sai a tradição. É nessa mistura que se encontra a voz de um artista que se junta a uma ja longa fileira de guitarristas solo nacionais, mas que de certa maneira conseguiu se distinguir deles todos.
Este ep inspirado no Rossio é mais uma prova disso, de como fazer uma viagem sonora, altamente contemplativa , com punkheads e velhinhas ao nosso lado
Fav. O Caminho é um poema
Projecto único que liga Shela (lAMA, Riding Panico, Ex-Paus) a Casper (Efterklang, Liima, Captain Casablanca)
É um belo e suave EP, fortemente ambiental e com muito field recording.
Há algo de tormenta e saudade nele, talvez sejam os sons da água, talvez a forma como Casper canta, mas na contemplação, há também um vazio.
De qualquer maneira é um ep muito interessante, não só por todas as sensações ... read more
Intenso e emotivo como nenhuma banda de post-punk actual sabe ser.
Adoro os synths...são super bonitos
adoro a intensidade
adoro o drama que veste as músicas.
as vocalizações são muito fixes.
Fav. [10 Good Reasons for Modern Drugs]
Aquele disco de jazz sofisticado, que bebe vinho enquanto ouve um vinil e que adora a noite na companhia de um clássico da literatura mas que ao mesmo tempo se distraí enquanto vê uma random shit na netflix.
Tem tudo para ser o bom velho jazz clássico mas pisca o olho em jeito de romance a nova linguagem.
Fav. Balance
Portuguesmente falando é como se os Xutos e Pontapés ou alguma banda de "big rock" tivesse bebido um elixir da juventude com sangue de Big Red Panda ou Astrodome.
Agora é transportar isso para terrenos espanhois.
Bela surpresa
Fav. Samrkanda
Todo o álbum me faz sentir que estou a ser afogado ou de certa maneira imaginar um filme de alguém de afogar. Alguém que tal como os arpeggios aparecem e desaparecem nas águas, mas onde a emoção, o pânico, a claustrofobia, persistem.
Altamente intenso, poderoso e emotivo
Fav. Spindrift
Caramba, estes gajos sabem fazer lágrimas.
Sons de descoberta do mundo, das emoções, de personalidade. Tá a cena toda aqui
Fav. Butterfly
Primeira vez que pego nestes tipos e percebo o porque da atenção e da história a volta deles. Deu clara vontade de pegar futuramente em mais material. Um autentica patada na cara a cada música.
Fav. Divino Afflant Spiritu
Album gélido, dark, sombrio, depressivo. Daquele que te apanha o subconsciente e até assustam a pele. Há algo estranhamente traumatizante e belo presente no álbum, lado a lado, de tal maneira que depois do problemático e assustador primeiro mergulho, queres voltar lá.
Epic dark and horror ambient
fav. If Not, Not