Josephine Foster é como um vestido da nossa avó. É um som de outra altura, envelhecido, frágil, mas poético e clássico ao mesmo tempo. Alguns dos seus álbum praticam essa mística na perfeição, este falta-lhe algo.
Algumas músicas interessantes. Um par delas que fazem parar o que se está a fazer só para ouvir a voz da Josephine., no entanto, não me preencheu como outros discos dela. É ... read more
Filme extremamente bonito que não se revela de todo nas músicas. Nenhuma encontra o mesmo nível do filme, muitas delas parecem desajustadas e realmente interessantes há uma mão delas se for simpático. Salva-se o EL-P, o Beck, os Unkle e pouco mais.
Fav. Marooned
Podem ser os próximos Jungle ou Fenech-Soler, mas há um lado meio Cake presente no álbum. Há potencial para isso.
Um bocadinho mais introvertidos e indies que os british mas a cena está lá
álbum solido, com um bom feeling e com ideias, mas que pedia mais alguns highlights.
Fav. Roller Coaster
EP desnecessário. Não trás nada de novo a mesa. Apenas algumas distinções de temas já presentes na soundtrack. Além de serem curtos e similares trechos não parecem de todo melhores
Fav. A Conversation With Just Your Eyes.
Joe Goddard é o gajo mais irrequieto da música actual. Raramente falha, no entanto não mira totalmente em cheio neste split com Kiwi.
4 am music, competente e eficaz. Perfeita e feita ali para o club mais próximo. Faz o que lhe compete, mete a dançar, mas não me vai ficar na memória, penso eu
Fav. Moebius Trip
Festão de batucada, altamente dançável, altamente psicadélico.
Afro Techno from Uganda
Nyege Nyege Rules
fav. Digga Dagga
Um som bastante Drone e Ambient, o que era algo que não esperava ver produzido pelo Cláudio. Contudo é bastante interessante. Anti-relaxante, citadino e futurista. Há algo de desconfortável e traumático nesta viagem.
Podia ser uma banda sonora inquietante.
fAV. Part II: The Tempest
Se calhar é por ter detestado tanto o álbum anterior, que me parece tão jeitoso,mas este parece uma passo natural na sonoridade deles mas em bom. Um valente upgrade.
Cid e Kinks dão as mãos. Ficou mais solarengo, sorridente, mais do coração.
Fav. Sempre Bem
Better Oblivion Community Center aka Conor Oberst & Phoebe Bridges
Duas gerações de songwriters separados por muitos discos e quase 20 anos de idade, mas com uma simbiose muito fixe. Funcionam muito bem encanto par, não há atropelos há elogios.
Fav. My City
Saudades do Indie Rock 00 e de bandas assim.
Fresh, catchy, irreverentes, dançantes, com energia mas melódicos e pop no ponto.
A lil Bit emo as vezes e isso faz-me gostar a lil bit menos do álbum .
Fav. Precious and Perfect
Excelente banda sonora. Tem um par de temas que o Thom Yorke não devia se chatear muito em os ter num disco solo. Ou até nos Radiohead. Contudo a cena que me impressiona mais no álbum é o trabalho noise que se transporta para o filme. Os sons falam por objectos, falam por movimentos, é como se realizassem eles mesmos o filme. Very Cool.
Enquanto disco é um bocadinho too long e dispersivo mas cola no filme que é uma maravilha.
Fav. Suspirium
Parabéns ao Gonçalo Cardoso pela incrível Descrepant. De certeza que nos vamos encontrar mais vezes por aqui.
Enquanto isso parte 2 de uma bonita (e impecável) selecção de música português.
Porque ser português não é só fado e pimba, também é ser experimental e regional e se for preciso ser os dois ao mesmo tempo.
Fav. Gazulo à Estronca da Santosa
Pirata das caraíbas ou coisa do género em versão musical metal . não puxou mas tem alguns momentos engraçados nas sinfonias
Fav. Requiem Por Un Vivo
Não há nada que me faça tão bem a alma como uma presenciar uma boa distopia. Love it
Sinto que é o álbum mais pessoal do Bradford desde à muito.
Não me admirava em ver um álbum de Atlas Sound para breve
Fav- Tarnung
A Death is Not the End é sempre um achado, pronto a dar achados. Desta feita uma compilação de música de uma geisha. E o resultado é mesmo fixe e bonito.
Fav. Shima no Musume
Um EP que é um prato de entrada para o álbum. Tem uma das melhores faixas recentes deles.
Fav. Goin'Harder
Não tão empolgante como os dois primeiros álbuns, mas é um regresso as origens e ao melhor som dos ingleses.
Curiosamente prefiro as músicas onde não existem colaborações. Para o nome do álbum é um fail.
De qualquer maneira conseguiram fazer com que fosse novamente uma criança sorridente e feliz, e acho que não há melhor elogio para o som deles que esse.
Hinos a felicidade over and over and over and ... read more
Foi a "Talk Talk Talk" que me trouxe ao EP, mas o resto das músicas fogem um bocado do Art-Disco, Synth-Pop meets Souxsie, eletronica indie e na verdade ainda bem. É um EP bastante mais electro e denso do que contava, mas que faz sentido na discografia actual da dupla.
Continuam em muito boa forma depois do regresso com o Still//Alone. E as edições não parecem ficar por aqui
FAV: Cut My Hair