em um conceito geral, um álbum que é muito polido para ser ruim mas é muito raso e superficial para ser categoricamente bom. existe um grande alcance de gêneros, que vão da lounge music de “As teias e as aranhas“ até o 2-step de “Me chama pra dançar”(um dos pontos altos do álbum), mas a lírica mais do mesmo representa tudo o que há de ruim e de pior na bolha cultural brasileira atual, o chamado neo-mpb. ... read more
não sei o que dizer. é evidente que produção e divulgação cultural hoje estão restritas a quem tem dinheiro pra pagar os meios de divulgação ou quem tem investimento pesado; foi assim que esse album de uma pseudo-artista chegou até mim.
a primeira música dele é uma tentativa de eruditismo (citação: alô, alô marciano) dentro de um assunto tão blasé. "down down down, ... read more
o album de estreia de rosé amalgama um monte de coisas familiares. músicas que você parece já ter ouvido em outros discos, instrumentais batidos e a lírica monotemática que relata a toxicidade de um relacionamento abusivo. mas e apt?
nunca foi ruim ser monotemático. muitos artistas são, inclusive, mas uma boa porcentagem deles tenta compensar não sendo monótonos. e "rosie", além de ter essa temática ... read more
é um album que soa luxuoso. não sei explicar muito bem mas é esse o sentimento. que fique claro eu sou totalmente contra a instituição tim bernardes.
| 100 | ||
| 90 - 99 | 2 | |
| 80 - 89 | 3 | |
| 70 - 79 | 2 | |
| 60 - 69 | 1 | |
| 50 - 59 | 1 | |
| 40 - 49 | 1 | |
| 30 - 39 | 1 | |
| 20 - 29 | 1 | |
| 10 - 19 | ||
| 0 - 9 |