No seu segundo álbum sob o projeto solo, a cantora sueca traz finalmente uma estética musical diferente do projeto anterior com o produtor Claes Björklund, mesmo que em alguns momentos a obra ainda pareça algo feito por iamamiwhoami. Neste segundo álbum, as músicas soam mais intimistas, faltando momentos mais fortes como em EVERYONE AFRAID TO BE FORGOTTEN, mas ao mesmo tempo o álbum tem seu valor.
Mood: Dançar em volta de umas vela no meio ... read more
Uma obra bem inesperada e peculiar que trouxe diferentes facetas pra clássicos da cantora. Ao mesmo tempo que muita coisa funcionou como as versões de Mahmundi, Illy e Mãeana, algumas outras como as adaptações de Rubel e Priscila Tossan ficaram bem distantes e sem sentido algum, hora porque não combinam com o intérprete e hora porque não combinam com a música em si.
Mood: Só as eclética online que bota Adele e ... read more
É impressionante notar que um artista consegue apresentar um álbum que nem tem a pretensão de ser um álbum de inéditas mas que ao mesmo tempo a forma como cada música foi revisitada e conectada através dos interlúdios de tal forma que a obra quase que se mostra como algo nunca ouvido (com a ressalva que de praticamente todas as letras já se eram conhecidas). Mesmo sendo um álbum ao vivo, ele se mostra totalmente ... read more
O medo de ouvir uma réplica atualizada do Remonta foi real, mas a banda simplesmente mostrou que consegue ser muito versátil e trazer novas propostas mesmo trabalhando com uma sonoridade que parece ser mais clichê e restrita a inovações. As pegadas mais teatrais, os ritmos mais melódicos e as experimentações deixam o álbum com a cara que ele deveria ter: plural, completo e profundo.
Mood: Ouvir na rede da varanda vestindo uma saia ... read more
É muito bom quando você ouve algo muito bem trabalhado de um gênero não tão disseminado no país como o dreampop. Violeta é uma obra muito bem construída e que segue uma linearidade muito agradável aos ouvidos. Fora isso acho válido comentar a estética incrível dos clipes que já foram divulgados até então.
Mood: Ouvir andando de bicicleta cross, usando uma calça de alfaiataria dobrada ... read more
Pra quem gosta de um retrozinho mas ta cansado de ouvir os compilados de flashbacks de camelô esse álbum é simplesmente uma mão cheia. É aquele tipo de obra super bem construída e que a cada vez que você ouve ele só melhora. Natalie sempre entregou obras dignas de topos de listas de melhores do ano e dessa vez não foi diferente.
Mood: Pra ouvir num fusca azul calcinha enquanto viaja por aquelas estradas quase desertas usando echarpe ... read more
É triste receber esse tipo de obra dela, dado que o antecessor, Bang (2015), é super bem construído e tinha muito menos pretensão de ser entregue como uma obra bem trabalhada quando comparado ao hype causado pela cantora na obra atual. O álbum não serve nem como uma obra linear e nem como uma fábrica de hits. É simplesmente uma medida desesperada de testar inúmeros gêneros, inúmeras parcerias e no fim nada ... read more