me incomoda um pouco que a simbologia das religiões de matrizes africanas acabam ficando aqui num quê de acessório estético, mas não dá pra negar que é um dos melhores trabalhos da Anitta em questão de visão, proposta e execução.
que deleite um álbum que resgata a putaria num lugar também sensual e com uma camada de bissexualidade que deixa tudo mais interessante. é um desses álbuns que a produção é incrível mas ao mesmo tempo cria espaço pras letras ganharem destaque, porque elas precisam de destaque. sensacional do começo ao fim.
tenho um carinho pela Raye, acho que a diva merece o mundo.
dito isso, agora com dois álbuns acho que da pra entender que o principal problema dela é não conseguir fusionar o passado e o presente de forma orgânica. isso fica bem mais claro -- e deveras caricato -- nos momentos em que ela mistura o clássico com o eletrônico numa mesma música.
seu segundo álbum tem momentos incríveis, ainda fica no quase quando a gente pensa em uma ... read more
acho que as notas baixas são mais sobre a expectativa não suprida do que necessariamente de ser um registro ruim, mas ainda assim é um downgrade do álbum de estreia que é excelente. de qualquer forma, a experiência no todo ainda me é agradável e talvez falte apenas um mergulho mais fundo na exploração do trip hop.
cara de grower, levemente melhor que o anterior, mas nada supera a estreia
não é possível que essa seja a versão final desse trabalho. eu confesso que sinto um certo carinho pela Agnes (e talvez por todas as artistas suecas que ainda não conseguiram o estrelato digno) mas custo a acreditar que numa crescente promissora ela tenha criado algo tão carente de personalidade.
esse álbum tá preso naquela era Pop-EDM cafona da primeira metade de 2010 no pior sentido possível. a produção tá ... read more
eu sou é muito a favor de que todo mundo abandone o clubismo e comece a intercambiar referências!!!!!!!
discografando david bowie #25
dado que já conhecia esse álbum tentei dessa vez ouvir ele sem olhar pro aspecto póstumo, mas é impossível. ele é um álbum póstumo. bowie o fez sabendo de sua partida, e nada mais bonito do que transformar a sua despedida em arte, perpetuar na história através daquilo que você viveu fazendo. sempre me emociono com o blackstar pois, para além da beleza, penso na coragem que um ... read more
discografando david bowie #24
é um belo retorno depois de um tempo fora. é carinhoso também com a sua prórpia carreira, fazendo referências ao passado, trazendo aquilo que fez o público amar a sua figura mas em nenhum momento sendo saudosista.
discografando david bowie #23
acho esse álbum muito fogo de palha. ele começa muito bem e depois só ladeira a baixo. ainda pra ajudar apresenta um som muito datado desse começo de anos 200 que não tem nada de interessante.
discografando david bowie #22
provando mais uma vez que em momentos de saturação criativa o melhor a se fazer é dar um tempo pras coisas. a pausa de praticamente 3 anos fez muito bem para ele. é um álbum que remete muito a sonoridade da trilogia de berlim, mas com o frescor sem ser pastiche em momento nenhum.
discografando david bowie #21
embora tenha seus bons momentos acho que esse é o álbum que mais mostra cansaço criativo do bowie. tem também a pior performance vocal até o momento.
discografando david bowie #20:
tudo que faltou de aprofundamento nas vertentes da música eletrônica dos anos 90 nos álbuns anteriores foi bem trabalhado aqui. além disso, adiciona-se a camada do rock, que deixa tudo mais próximo de uma identidade única. seven years in tibet seguida de dead man walking são excelentes.
discografando david bowie #19
acho interessante a proposta dele e de Brian Eno se reunirem novamente fugindo da ideia de recriar a iconica trilogia de Berlim. dito isso é um álbum que se sustenta no que se propõe a debruçar. acho um bom balanço entre o experimental e o acessível.
discografando david bowie #18
talvez ele só soe desinteressante se olharmos os outros trabalhos pop que bebiam dessa mesma fonte nos anos 90, mas é mais um registro que eu esperava bem menos dada a recepção do público e acabei me divertindo.
discografando david bowie #17
mais um episódio de bowie mediano. acho que é inegável a produção bem feita, isso ele sempre entrega, mas da pra perceber o saturamento criativo nessa sequência de álbuns. ainda assim, gosto mais desse do que do anterior, me diverti ouvindo ele num treino fofo de pernas dia desses aí.
discografando david bowie #16
esperava algo pior dadas as notas, mas tirando que a exploração do reggae ficou bem branca colonizadora o restante do álbum é deveras divertido.