I think even the Twilight soundtrack has more quality than these 14 tracks. Honestly, the sound is so opaque it's distressing. I respect anyone who has felt any of the tracks on a personal level, but wow, this album is inedible.
Tava me lembrando que, na época da escola, tinha muito daqueles livrinhos da edição "Criança Famosa", que traziam várias figurinhas da cultura brasileira, com uma "minibiografia". E tem uma edição do Cartola. Cheguei a ler na época, uma criança de 11-13 anos, que nem sequer consumia música — a não ser as que tocavam na rádio.
Pensei que tinha sido um desvaneio. Aí, depois, na ... read more
Não vou chutar cachorro morto - me referindo ao álbum -, mas é quase como ver um retrato do pop de 2010 mas desprovido de qualquer mínima qualidade visível.
O álbum opera em estrutura pop tão mais tão mortas, que fazia tempo que não ouvia uma coisa assim. A única forma de ver esse álbum é caso ele fosse um álbum de comédia ou algo do tipo. Parabéns Kesha por ser a Pedro Álvares ... read more
Maq está me levando para o mau caminho!
Temos que concordar que DJ Arana apresenta uma dualidade notável em seu trabalho. Em alguns momentos, ele se rende a sonoridades mais convencionais, diluindo excessivamente suas ideias. No entanto, em M.B.D.T., encontramos a outra faceta dessa dualidade, na qual ele abraça suas melhores características.
O trabalho em cada uma das faixas é meticuloso, com cada elemento sendo construído individualmente. Essa ... read more
Sendo bem sincero não tenho o que falar muito sobre esse trabalho do d.silvestre. Uma parte me agrada muito como "Sem Moralismo" e "Dona Brisa" e outra parte eu desgosto bastante como "Olho o Tamanho Dessa Onda". O experimentalismo dele é realmente bem revigorante para cena do funk e da musica eletrônica num geral, mas acredito que não seja tão "carismática" assim.
Todas as faixas parecem estar um tom abaixo, para dar um sentimento de beat de raves, só que contidas.
Não há nada de novo entre as faixas, e o uso de sonoridades já bem defasadas da eletrônica e de dance music torna o EP uma colagem envelhecida da década passada.
Drift x Ritmação em Tokyo talvez seja uma das melhores faixas do ano.
A primeira musica deu um sustinho, mas depois foi um experiencia boa, tem ideias que se atrapalham durante a execução, mas como um todo é um bom álbum.
Por algum motivo, DJs que fazem parte da cena do dubstep e uk bass, acreditam que o gênero merece uma repaginada - em que exatamente é a questão- e nesse ideia, acabam se inserido em sonoridades empoeiradas, com o objetivo de contextualizar esse cenário na atualidade, mas isso não da certo.
As faixas partem do mesmo ponto, as métricas e os beats se repetem por mais de 3 minutos sem nenhuma diferença entre elas, são papeis em brancos onde ... read more
É um pouco frustrante ver uma artista que marcou sua adolescência, por abordar temas que gritavam "isso é tão eu" e depois desse período, ver o que ela se tornou. Deve ser foda ter um debut álbum tão bom como Pure Heroine, e sempre ser assombrado por ele nos seus novos lançamentos. Desde de Melodrama - que já era uma queda perceptível a seu antecessor- Lorde vem ficando "vazia", no sentido de não ... read more
envelheceu tão mal, ainda tinha um carinho por ela, mas depois de escutar hoje de novo não consegui ouvir nem a primeira faixa
É um EP que tem uma construção de sonoridades boas, mas esperava algo menos usual.
Music really is a very peculiar art. The moments that reminded me of Arca's productions made me very happy, even though it wasn't exactly a reference for their sound.
I thought about a lot of things while I was listening, but I don't have the courage to express any of them. But it was a very contemplative 15 minutes.