É um pouco chocante que ela é desprovida de qualquer qualidade que possa ser apontada nesse álbum. Poderia passar horas horas falando que esse álbum é só uma repetição de fórmulas já bem estabelecidas do pop, ou que é extremamente datado, mas focar nisso faz suavizar o quão terrorista é esse álbum.
Para artistas pop esse álbum é ótimo, é quase uma bíblia do que ... read more
pensado se me aprofundo sobre esse álbum, não quero me repetir.
Falando de maneira superficial, o electropop a cada segundo vai ficando mais envelhecido e entediante. Teve sim seu momento de mina de ouro, mas hoje em dia é só uma mina de veia vazia.
Tem outros elementos que salvam o álbum, seu aprofundamento no trance traz sempre os melhores momentos, o intervalo de CSRAC a Infohazd, é a melhor coisa do álbum, sendo CSRAC a que mais me apetece.
A linha criativa do álbum fica muito em conflito entre: seguir uma linha mais comercial, com um pop rock insosso ou, continuar na vertente barulhenta da dupla. No final nenhum caminho foi escolhido, ao mesmo tempo que o pop homogeniza todas as faixas, elas não deixam totalmente de lado esse ar industrial e acabam recorrendo a sintetizadores usados de maneira maluca, numa tentativa de dar a ideia de "olha temos aqui a nossa identidade ainda!".
The game itself is a cross-cutting experience; every moment of the story seems to have no end, which could be quite boring, but it isn't, and the music contributes a lot to this. What an incredible soundtrack! It made me cry many times while playing and sometimes I stayed up late playing just to keep listening to the soundtrack. It's a soundtrack that made me cry many times while playing. Sometimes I'd stay up late playing just to keep listening to it.
É realmente um disco divertido, o que me pega são as soluções rápidas que as faixas tomam, há faixas que se aproveitam disso e não ficam entediantes, mas há outras que fica uma sensação de quero mais. Não vou entrar na pauta de que Rock Doido é uma "volta as raízes" da Gaby, porque as antigas delas são BEM melhores que isso aqui.
eu gosto até, mas acho longo demais para ideias não tão profundas assim.
Entendo a proposta da Ayesha, sei que suas músicas sempre respiram esse pop escrachado, porém esse em específico é muito sem carisma. Pode ter sido o tempo também, a primeira vez que ouvi Ayesha pela primeira vez fazia sentido, acho que hoje nem tanto.
Tenho duas visões opostas sobre este álbum:
1. A primeira é que Amaarae nunca se propôs a fazer trabalhos além do escopo do pop "tradicional". A essência do pop é ser dançante e, muitas vezes, se pararmos para pensar por um minuto, as letras não dizem muito. A diferença dela — diga-se de passagem, uma belíssima diferença — é a forma como adiciona elementos do afrobeat, como vimos em ... read more
Tirando White Cat e Soap, as outras faixas não me pegam muito, a semelhança com a oklou, nos aspectos da maneira como o álbum opera com as sonoridades nesse tom baixo não me agrada nem um pouco
I really love the instrumentation on the album, whether it's the conscious choice to use instruments without significant modifications, or the dense, glitch-filled use of synthesizers. The only thing I would point out is that the tracks could be longer—the concept would support six-minute tracks. Even with the excessive use of guitar, the album finds clever ways to diversify the instrument's performances.
Tem suas qualidades, não que essas qualidades sejam coisas fora do normal, mas sinceramente é okay.
As I listened, I wondered why I was taking on this role.
If you're looking for vomitous pop like Imaginal Disk, but with a few hints of “weirder” pop, maybe this album will work well for you.
I find their debut album more interesting than this one. I'm not one of the biggest fans of indie rock, but I recognize that there are more interesting offerings than the self-titled Wet Leg album. However, as a personal choice, I still prefer the debut album.