É visível que Katy Perry em seu debut ainda estava se descobrindo como artista, o álbum me soou uma fusão de personalidades como Lily Allen e Avril Lavigne do The Best Damn Thing. É um produto muito de seu tempo, mas é inegável que tem pérolas maravilhosas. É, isso é tudo que tenho a dizer. Obs: Ur So Gay hino!
Começa muio bem, mas depois derrapa muito. Claramente é uma coletanea de descartes do Black Album e do Load e vamos falar sobre o elefante da sala: que capa e projeto preguiçoso. Pelo menos a banda assumiu que se trata de um projeto de descartes, mas achei de uma preguiça inacreditável vindo do Metallica. É, apesar de não ser de tudo ruim, pelo contrário tem momentos legais nesse disco, como Fuel e The Unforgiven II, foi aqui que ... read more
Sinceramente não entendi o hate que esse álbum leva, é um bom álbum. Claro que não foi aquela revolução que os álbuns anteriores fizeram, mas tem seu valor! Não vou negar que a segunda metade do álbum me cansou um pouco, mas é legal no geral. É aquele típico rock que tocaria em um boteco em Belo Horizonte. Minha música favorita é Mama Said, aliás adoraria ouvir um álbum ... read more
Clássico do Metal! Só não curto muito as músicas do lado B, mas é lendário mesmo assim!
Sendo bem sincero, eu não consegui ouvir esse álbum inteiro de tão bosta que é. Primeiro vamos começar pelos vocais que são horrorosos, me surpreende o James Hetherfield que sabe entregar um feeling do caralho caiu em uma presepada dessas. Sabe o que me pareceu, me soou como se ele estivesse tentando imitar as bandas de rock daquela época como o Red Hot Chiling Pipers que apresenta um canto mais melódico, mas aqui ele fez com o cu. Ficou ... read more
O Plástic Beach é considerado um dos melhores álbuns do Gorillaz e não é atoa. Adoro o conceito dele de criticar o excesso de lixo no meio ambiente e desenvolver essas questões ambientais. Não é a primeira vez que a banda desenvolve um álbum político, como foi o caso de seu álbum anterior a esse, o Demon Days. O que mais gosto do Gorillaz é o excesso de criatividade, tudo não é nada calculado ou ... read more
Se eu fosse definir o Like a Prayer por apenas uma palavra seria coragem. Coragem me refiro não só a Madonna desafiar a igreja católica durante uma treta milionária com a Pepsi, mas sim a ousadia de encarar seus traumas e procurar respostas que precisava. É belíssimo ver um artista disposto em transformar dor em arte, algo que ressignifique seus traumas para se fortalecer ou para se curar. Isso foi o que Madonna fez cirurgicamente em seu quarto album de ... read more
Em 2022, lembro que estava achando um saco aquela tendência insuportável de músicas tristes minimalistas com produção de Jack Antonoff, mas aí chegou Beyoncé anunciando o seu comeback com um álbum nada que se assemelhasse ao cenário mainstream. Naquele ano eu ainda não era muito chegado na música pop, minhas referências eram Harry Styles e Taylor Swift, então dar de cara com uma mulher cantando ... read more
Sendo bem sincero, de todos os álbuns do Metallica dos anos 1980, achei esse o mais morno. Não achei ruim, longe disso, achei todos os álbuns da banda dessa década fenomenais, mas esse não me prendeu tanto. Apesar dos rifes de guitarra foderosos e da qualidade de som que é superior em comparação aos álbuns anteriores, não vou negar que não saí impressionado. Diferente do Master of Puppets e do Ride The Lighting ... read more
Achei o álbum fantástico. Apresenta um lírico que conta uma história muito interessante e que puxa a atenção do ouvinte logo de primeira, é notório o quanto os elementos fantásticos desse disco influenciou na criatividade artística dos trabalhos de diversos artistas que vieram depois. Mas a coisa que mais valorizo nesse álbum é a identidade que cada música carrega, você logo de cara percebe que ... read more
É um grande avanço se for levar em conta que esse álbum veio depois do apocalíptico Britney Jean (apelidado carinhosamente por mim de “Britney Shit”), mas no geral é um pop genérico que não agride. Tem momentos interessantes, mas nada além que te deixe maravilhado ou impressionado. É uma parede, essa é a melhor definição para o Glory. Invitation e Make Me foram as músicas que mais gostei.
Estava com raiva com umas coisinhas e, quando bati o olho na capa do álbum, pensei: “é exatamente isso o que vou ouvir”. Estava com aquela vontade de mandar todo mundo se foder, então me distrair com esse álbum foi uma boa escolha. Kill Em All é raiva e adrenalina pura para você ouvir e desabafar tudo pra fora. Valeu muito a pena conferir o debut do Metallica, o grupo começou com o pé na porta mesmo. Destaque para Hit the ... read more
Gostei do material apresentado. Não é nenhuma reinvenção do catálogo do Ray of Light, mas foi uma boa remixada com as músicas desse projeto foderoso. Acho que o potencial poderia ter sido muito mais explorado, como adicionar outras músicas descartadas como Revenge ou remixar músicas com potencial como Candy Perfurm Girl. Não foi o que aconteceu, mas a jogada no seguro funcionou satisfatoriamente. Drowned World/Substitute for Love, ... read more
A Kelela foi do krl aqui em seu álbum de estreia. Diria que ela conseguiu pegar o melhor do R&B de Mariah Carey e de Sade. Ela conseguiu extrair o lírico da Mariah dosado com a atmosfera única de Sade em suas músicas por meio de uma produção muito moderna. R&B moderno quando se é bem trabalhado é uma delícia para os ouvidos. Não tenho o que criticar, as músicas em sua maioria são meio homogêneas ... read more
OBS: essa review é de uma amiga minha. Gostei tanto do texto dela que decidi usá-lo aqui nesse site.
Primeiramente: Te odeio, B4!
Segundamente: Ainda te odeio, B4!
Esse álbum é o tipo de álbum que toca nas festas de 11 anos de meninas e de gays com mau gosto. A Selena é provavelmente a pessoa mais desprovida de talento da indústria atualmente. Ela tem o toque de merda.
Voltando ao álbum, todas as letras são as mesmas, ela ... read more