Em seu disco de estreia, quedalivre arrisca nos excessos em um projeto turbulento e complexo. Em uma miscelânea de Shoegaze e Alt Rock, seres humanos é carregado de ruminações que remetem diretamente aos primórdios do gênero nos anos 90’s, mas que carrega em suas entrelinhas, a alma da nova geração.
Rap com Samba ou Samba com Rap?
Dificilmente seria possível encaixotar o terceiro disco de OGermano.
Em VIRADA DE CHAVE, o artista flerta com a era de ouro de Marcelo D2 enquanto traz facetas contemporâneas sonoras e líricas, além de instrumentos e lirismo diversos.
As amarras de relacionamento e capital são corriqueiramente abordadas, mas é - somente - com OGermano que a obviedade não é um entrave.
Em seu sexto álbum, e o mais expansivo até o momento, Kaatayra desafia os limites de gêneros em um projeto carregado de ruminações silenciosas. Como que guiados e velejando através de um rio de paisagens sonoras, Caio consegue dar sentindo às texturas quando o Metal converge com o regionalismo - de modo a transparecer que esses gêneros sempre foram complementares.
O Funk brasileiro sempre foi carregado de transformações. Quando consolidado, no final dos anos 90’s e início dos 00’s, ele era político e abordava a vivência marginalizada. No meio dos anos 10’s, a ostentação e a objetificação feminina dominou o gênero. Porém, a partir dos anos 20’s, conseguimos ver grande aproximação do Funk ao som eletrônico.
Em PORNOGRAFIA AUDITIVA, ... read more
Após adotar um novo nome e se entender como pessoa não-binária, BUHR compartilha sua autodescoberta em um projeto experimental que vaguei pela linha tênue entre o Pop, o Rock e o Reggae. 7 anos após seu último projeto solo, a artista ainda demonstra maturidade, quando, a cada disco, apresenta novas facetas sonoras e líricas que são, ao mesmo tempo, despretensiosas e enigmáticas.
| 100 | ||
| 90 - 99 | 8 | |
| 80 - 89 | 162 | |
| 70 - 79 | 341 | |
| 60 - 69 | 180 | |
| 50 - 59 | 43 | |
| 40 - 49 | 20 | |
| 30 - 39 | 6 | |
| 20 - 29 | 2 | |
| 10 - 19 | 1 | |
| 0 - 9 | 1 |