Esse álbum não é sobre mudar tudo de uma vez ou chocar por novidade, é sobre sentir de forma honesta e profunda. E nisso ele acerta em cheio. Dá pra ouvir claramente que é um desabafo pós-término, mas não só isso: é uma conversa íntima dela consigo mesma e com o filho, cheia de vulnerabilidade, culpa, amor e amadurecimento. Nada aqui soa performático ou forçado. É cru do jeito certo.
Muita ... read more
Red (TV) é a regravação que mais justifica sua existência. Os vault tracks ampliam a narrativa e ajudam a entender o álbum como emocionalmente caótico por intenção. Fora isso, o disco principal segue muito próximo do original, com produção mais polida e vocais mais estáveis. Não reinventa, mas expande. O resultado é um álbum que cresce em contexto e impacto, mesmo mantendo suas ... read more
Speak Now sempre mostrou o potencial autoral da Taylor, mas na Taylor’s Version tudo soa mais controlado. A maturidade vocal melhora a técnica, porém suaviza a intensidade emocional que fazia o álbum funcionar no original. Os vault tracks são bons e coerentes com a estética, mas não recontextualizam o disco nem elevam seu impacto artístico. No fim, é uma regravação fiel, bem executada, mas segura demais para um ... read more
The Score é aquele tipo de álbum que simplesmente não envelhece, só fica melhor com o tempo. É um disco golden de verdade, muito bem produzido e com uma identidade absurda, tudo soa pensado, encaixado e sincero. Os Fugees conseguem misturar rap, soul, reggae e R&B de um jeito natural, sem forçar nada. A Lauryn Hill rouba a cena fácil, o Wyclef traz muita personalidade e o Pras segura bem o conjunto. Mesmo décadas depois, o álbum ... read more
Esse álbum deixa claro desde a primeira faixa que a Beyoncé não entrou no country para provar nada para ninguém. Ela entra porque quer, porque pode e porque entende exatamente o peso histórico desse som. Não é um disco tentando se encaixar num gênero, é um disco usando o gênero como ferramenta para contar uma história maior.
Mesmo sendo longo, o álbum nunca soa cansativo. As músicas conversam entre si, os ... read more
Não tenho nem o que dizer, é real o meu queridinho, quando eu escutei pela primeira vez eu consegui sentir cada sentimento colocado pela Amy e sua equipe nesse álbum.
Só não é o pior do catálogo da Taylor Swift porque existe o TTPD
Esse álbum merece pelo menos ser indicado todos os anos como álbum do ano, só pela genialidade e qualidade da Lauryn Hill.
Álbum bom, bem produzido e claramente bem trabalhado, mas entediante. Fica preso numa nostalgia do próprio gênero de uns 10 anos atrás, e isso pesa, ainda mais vindo do A$AP Rocky, que a gente sabe que consegue fazer muito mais. Depois de oito anos sem lançar um álbum, esse trabalho não empolga como deveria.
Tem música sobrando e muita faixa mediana. No geral, a experiência fica cansativa, poucas músicas se destacam e a maioria ... read more
Definitivamente é um álbum de singles. As faixas não dialogam entre si, nem liricamente nem na produção, soando mais como sobras recicladas dos três álbuns anteriores do que como um projeto pensado. Não chega a ser ruim, mas a falta de coesão escancara uma queda clara de qualidade quando comparado ao seu antecessor.
RENAISSANCE retorna a cultura house dos anos 90 e 2000, mas sem se museuficar, sem continuar no vanguardismo e na zona de conforto do gênero, ela se reinventa com os seus artifícios e torna esse álbum, mais uma vez, o SEU álbum. De I'm that girl até summer renaissance, o que escutamos é uma obra-prima da produção musical, arcanjos perfeitos, vocais incríveis, ritmos envolventes, tornando cada música única, mas ... read more