Pesado, psicodélico e progressivo: tudo o que o cenário musical do fim dos anos 60 poderia proporcionar
Sem dúvida uma obra prima do rock progressivo brasileiro, e com tudo gravado no primeiro take, segundo o guitarrista Sérgio Dias.
Mesmo contando apenas com o Sérgio da formação original, acho que os músicos que o acompanharam fizeram um ótimo trabalho aqui e que deve ser nunca esquecido
Um álbum legal e com potencial disperdiçado. Seria ótimo se esse álbum fosse lançado em 1973 da forma que ele foi inicialmente concebido e não tivessem mandado a Rita embora
Minhas canções favoritas aqui foram "She shook me cold", que é basicamente um heavy metal (aliás, acho que a banda de apoio do bowie ouviu muito o primeiro álbum do Sabbath antes das gravações desse disco), a faixa título, nem pelo cover do nirvana (que nunca escutei por completo e nem tenho tanto interesse asim), mas sim por ser um folk rock meio psicodélico bem característico da época, "Black Country ... read more
Um álbum legal, se você ignorar os fãs saudosistas reclamando
Um álbum muito bom, apesar das viúvas do Layne negarem até a alma e ficarem dizendo que esses últimos 3 álbuns não são realmente álbuns da banda e que são feitos só por dinheiro
Sem dúvida, um dos, senão o álbum mais importante da carreira solo da Rita, e um dos maiores álbuns do rock nacional. Aqui, temos Rita e sua banda de apoio, o Tutti Frutti, que trazem na música influências de Rolling Stones, Led Zeppelin e Beatles, criando canções que até hoje são lembradas, como "Agora Só Falta Você" e "Ovelha Negra".
De longe, minhas canções favoritas neste ... read more
Um álbum que consegue muito bem misturar o som pesado do Black Sabbath com o som psicodélico do Jimi Hendrix
Um álbum espetacular e criminosamente esquecido. Nesse álbum, O Terço, em uma formação de trio, expande os seus horizontes em direção de um som mais pesado e progressivo, que em parte já podia ser notado no compacto lançado 1 ano antes contendo as faixas "Ilusão de Ótica" e "Tempo É Vento".
Na primeira faixa que abre o álbum, "Deus", a banda continua a mostrar suas ... read more
Apesar de na maioria das faixas ter deixado de lado a complexidade do rock progressivo, esse disco ainda assim é, ao meu ver um álbum competente se o considerarmos pelo o que ele é, ou seja, um disco pop com alguns resquícios de rock progressivo. Em Love Beach, o trio inglês decide se reinventar (talvez por falta de dinheiro) e apostar em uma última tentativa de continuar relevante, coisa que não aconteceu; o trio se desmanchou pouco tempo ... read more
Um ótimo álbum de Hard Rock meio psicodélico e progressivo para sua época. Stray é sem dúvida uma daquelas bandas muito boas que caíram no esquecimento e é raramente lembrada por quem curte procurar por bandas dos anos 60 e 70. Os vocais de Steve Gadd entregam o suficiente para fazer o ouvinte querer ouvir o álbum até o final, e o instrumental acompanha até que bem as letras cantadas por Gadd.
Ao meu ver, os pontos ... read more