Quando o peão faz um album tão lindo, tão redondinho, pensa como rei. Fiona Apple é direta, intensa e verdadeira, coisa que para época desafiava todos os padrões, e é isso que a cantora sabe fazer de melhor.
O disco não tenta agradar, e por isso mesmo que encanta, é íntimo mas corajoso.
The Life of a Showgirl é muitas coisas, mas “ótimo” é um exagero.
A estética showgirl tem tanto a ser explorado, mas NENHUMA música do album traz isso, principalmente como alguém que vive isso e já escreveu The Lucky One e Dear Reader, sabendo muito bem como a fama afeta as pessoas.
A marca da taylor é, muito predominantemente, ser essa menina relatable e jovem, mas pós-folklore, Taylor abraça seu lado poetisa e ... read more
Um álbum que merece muito mais que três palminhas vingativas.
Three Cheers é emo ao extremo, e é muito bom no que faz, melodramático, cruel e real.
Albúns que contam uma história geralmente são muito bons ou ruins, sem meio termo, mas nesse caso funciona
A história é de um homem que perde a namorada, vai até o inferno e faz um pacto: matar 1000 homens maus para ver a amada, o protagonista corre atrás de fazer por ... read more
Volta volta com uma Björk mais caótica e madura, o que é exatamente o ponto forte dela, ser estranhamente muito bom, maximalista de forma que grita o que tem de ser dito. É um manifesto brilhante e que reluz, muito consistente que cresce quando se reouve, que não se preocupa com ser coeso, mas sim ser vivo.
Tudo tão lindo, as vozes impecáveis de Kristin e Idina Menzel sempre serão icônicas, por mais redondinho que Wicked seja, e pra além de todo o subtexto de racismo, as vezes se insiste demais.