Este disco começa TÃO bem, mas vais só ladeira abaixo, e daquelas íngremes!...
É impossível escapar à tremenda raiva e frustração do Michael com o mundo, mas, de alguma maneira, ainda há espaço para colocar aquelas canções piegas de salvar a Humanidade. Metade destas músicas poderiam ter apenas metade de sua duração atual e eu não sentiria falta ALGUMA, QUE SECA DA PORRA! ... read more
Super esquecível e quase nada memorável. Não sei qual foi a parte pobremente executada na fabricação deste disco, mas há algo nesta equipa e as sua ideias que fez 50 minutos de R&B/pop morníssimo. Não é equiparável aos seis últimos álbuns da Janet, mas também não é um COMPLETO desastre! Não exageremos... Há aqui meia dúzia de gatos pingados que se salvam e que eu, ... read more
Simplesmente amo este sintetizadores 80s na maioria das músicas, dão-lhes um toque mágico inigualável.
Não sei exatamente o que me incomodou neste álbum, mas há aqui algo que não o coloca no patamar dos seus dois inigualáveis antecessores. De qualquer maneira é bom, tem canções amabilíssimas como Girls & Boys, Mountains e Kiss. A meio, ocorre uma curta paragem com a faixa Venus de Milo, linda de se escutar. As três primeiras músicas NÃO são do meu gosto...
Uma leve melhoria do baratíssimo "Beatles For Sales", mas continua inferior a trabalhos antecedentes e com, aproximadamente, meia dúzia de faixas filler. A primeira das duas canções do George neste disco deve ser a minha preferida.
MAGNÍFICO. Fiquei com dúvidas se aprecio mais este ou o Bella Donna (mas, até estou mais inclinado para o que acabei de ouvir...). As composições continuam finíssima e de extrema criatividade. Stand Back & Sable On Blond são tão inacreditáveis e mágicas! Enchanted & Beauty And The Beast são as que menos gostaria de ouvir de novo (apesar de crer que esta última é belíssima, mas o meu gosto ... read more
20 com carinha de 14. É até preciso vangloriar todos os envolvidos na formação deste álbum, pois conseguiram unir dez canções SIMPLESMENTE CARBONICAMENTE COPIADAS! Inacreditável, genéricérrimas. Tô sem palavras. Acho que este o disco mais 80s da história (num mau sentido). Só não dou uma nota inferior porque as faixas não s7ao desprezíveis singularmente.
Synth-pop no seu apogeu. Viciante, nada complexo & bem produzido. Muitos podem discutir a superficialidade deste projeto e a falta de exploração de outras correntes musicais, mas tenho este LP como coeso e satisfatório de se ouvir (e é isso que importa).
As duas primeiras canções são eletrizantes, adoro-as. Mas, vai descambando, principalmente nas sub-units mal-feitas e sem grande identidade. A vibe praiana não combina nada com eles, queria que fizessem projetos mais fortes i industriais.
Super divertido, superou demais as minhas expectativas medianas. As duas primeiras canções são as MELHORES, de longe, simplesmente espetaculares. Existem uns poucos pontos altos não tão proeminentes ao decorrer do disco, como Love Like This, e acabando com a genérica balada pop sul-coreana semi-entediante. Grandma still got it!
FODASSE QUE MERDA. MEU DEUS DO CÉU. Okay, espero não estar a exagerar, mas estes 23 minutos são pura travestia musical. Nada nada nada nada impactante. A pior é a música Ryujin, WTF... Que horror!!!! Enfim ITZY, apenas faz as malas para um ilhéu deserto nas águas do Pacífico, ou algo do género, porque a coisa não tá fácil!
Nada aqui de remotamente atraente. Genérico sem precedentes. Totalmente plastificado. Estas músicas estão na gaveta da Stone Entertainment desde a estreia delas há uma decada.
Este disco soa um pouco como aquela imagem da Meg Griffin com aqueles instrumentos todos, no melhor sentido. Chega a ser comparável com o Purple Rain, de tão imaculado. Truly fabulástico. Ia mencionar agora a minha faixa(s) favorita do álbum, mas NEM CONSIGO de tão espetaculares de há. Mas a que menos gostei é The Ladder, adventista em demasia.
Belíssimo. Isto é como ouvir um álbum dos Fleetwood Mac, mas só canta a Stevie Nicks, PERFEITO! (Sem ofensa para o Lindsey e para a falecida Christine). Composições fora deste plano espiritual e produções consideravelmente proveitosas. Uma bella coletânea de trágicas estórias amorosas. A minha favorita não pode ser outra a não ser a magnânima Edge Of Seventeen.
Sinto-me como aquela senhora de Spongebob: "She had no idea they was gonna play in her face". Começo então a ouvir este LP com a lendária e fabulosa "Bette Davis Eyes" e passa uma música, passam duas, passam três, ACABA O DISCO, e eu aperecebo-me que o hit single é singular neste projeto. Nem uma outra canção que se aprofunde no synth-pop, que desapontamento! Esperava beeeem beeeem mais deste álbum, Romance Dance ... read more
Que espanto! Que riqueza! Que beleza! Que talento! Ai ai dona Janet, 4º álbum perfeito seguido, não quer mais?! Estou sem palavras para descrever este álbum por isso: é bem bom, recomendo!
Muito bem estruturado. Disco incrível. Tem canções um pouco cheeeeeeeesy, mas eu perdoo. As melhores são Take On Me (obvi), The Sun Always Shines On T.V. e Here I Stand And Face The Rain (títulos longos da porra). Amo amo amo.
Ok! Ok! Bem melhor, dona Carnes. Parece que não foi desta que o magnífico synth-pop arribou, todavia, sinto mais empenho neste projeto com a exploração de novos géneros musicais e instrumentais memoráveis. Mais refinado, senti. A minha predileta é a conhecida More Love, hino 60s da Motown. Capa lindíssima!
Cara Kim, eu já ouvi este álbum 3 vezes antes, minha querida! Haha. Okay, estou a exagerar um pouco pois noto aqui um leve acentuo na elegância e originalidade (algo que faltou severamente nos projetos antepassados). A única música que verdadeiramente me captou a atenção foi Lookin' For A Big Night, o resto dispenso na totalidade. Enfim... espero que o seguinte disco venha a mudar um pouco as coisas (tenho fé que sim), pois a capa ... read more