Ok, eu sou a pessoa menos confiável para poder opinar sobre o Fifth Harmony porque eu sou fã delas. Entretanto, consigo olhar também de forma crítica. ''Better Together'' foi o primeiro trabalho do grupo após a saída do X-Factor. Tal como o One Direction, este primeiro trabalho do grupo é bem água com açúcar, uma coisa bem adolescente. As letras não são muito maduras, mas esse EP tem um ... read more
Eu não gosto desse álbum. É, eu sei que ele é o debut do One Direction, mas é difícil gostar porque ele é muito chato! Tem aquela coisa da nostalgia de ter o primeiro single da banda, porém é só. Sonoramente é pouco inovador, o lírico nem se fala. Na minha playlist eu sempre pulo.
Ok, eu menti quando disse que gosto dos discos maduros do One Direction, porque sou muito fã de "Take Me Home". Gostaria de ter meu lado compreendido, porque esse álbum tem simplesmente "She's Not Afraid" que é uma das minhas canções preferidas de todas. Ele tem os seus defeitos, como uma certa "infantilidade" em certos pontos, mas é algo tão bom, tão puro, que não dá pra desgostar.
Um disco mais maduro, mas que ainda apresenta alguns defeitinhos. Com uma lírica mais interessante, "Midnight Memories" é o irmão mais bobão do "Made in The A.M". Tem algumas joias, como "Right Now", mas também tem umas pouco agradáveis, como "Don't Forget Where You Belong" (eu sei o peso para a história do grupo, porém não consigo engolir essa aqui).
O melhor álbum da One Direction. Pode parecer loucura, mas aqui foi possível enxergar como a carreira solo dos integrantes, tirando o Liam (ele realmente não tem talento) seria algo interessante de acompanhar. A maturidade sonora e lírica é item de grande valia em "Made in The A.M". Agora não são mais jovens cantando sobre "garotas" que estão apaixonados, mas sim homens comentando sobre suas aflições e as ... read more
Tenho um apego emocional muito grande com esse álbum porque foi um dos primeiros que eu realmente ouvi da One Direction. Não sou fã da banda, nunca fui, mas sempre curti o som deles. Na verdade, fui ouvir realmente quando o Zayn já tinha saído. Gosto das batidas eletrizantes e animadas, além de uma pitada de seriedade em certas canções, como "Night Changes". Música atemporal! Salvo algumas que são medianas, como ... read more
Esse foi um dos grandes álbuns solo de debut da década passada. Após uma saída conturbada do One Direction, Zayn apareceu um pouco de surpresa e entregou um álbum que se recusa a ser como um dos pops chicletes chatos do seu ano de lançamento (2016). A mistura de sons que flutuam entre um eletro, R&B, pop, são incríveis. Eu amo a vibe desse álbum, é indescritível como 8 anos depois ele ainda me toca. Muito bom!
Eu consigo entender porque as pessoas gostam desse álbum, mas pra mim ele não funcionou. A lírica do Emicida é bonita, mas eu não consigo me conectar e curtir. Aprecio e enxergo o valor do trabalho, a construção dos arranjos, porém isso pra mim é meio que "músicas tilelê pra esquerdista de centro se emocionar e falar isso é o brasil". Eu só vejo gente desse grupo enaltecendo. O Emicida perdeu ... read more
Mais um episódio dessa jornada de ouvir toda a discografia do Emicida. Queria começar dizendo que gosto até da produção desse álbum. Melodias calmas, daquelas que você escuta em um evento mais família, e isso até que não é ruim. Para quem quer ouvir algo mais pesado, da "rua", é talvez uma decepção, mas acredito que o brilho de artistas realmente talentosos é sua capacidade de se ... read more
Um trabalho vivo, com beats até bem chicletes, e que me agradou muito mais do que as duas anteriores mixtapes do Emicida. Não dá pra falar de "O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui" sem citar "Levanta e Anda", que foi a primeira música do rapper que escutei na vida. Boa demais! O álbum é bem feitinho, quase que como uma conversa entre conhecidos. Algumas faixas quebram a beleza, como "Trepadeira", mas de boa.
Em sua segunda mixtape, Emicida ainda se propõe a escrever canções que ilustrem suas vivências pessoais, mas o foco de "Emicídio" é sua caminhada pela batalhas de rap. Eu gosto quando o artista apresenta ao ouvinte sua história de vida, mas isso não funciona muito bem nesse trabalho do rapper. Alguns trechos são bacanas, mas não existe nada marcante, é um recorte específico sobre algo que não ... read more
Decidi escutar a discografia do Emicida em ordem cronológica, para assim poder ver sua evolução. Gostaria de começar dizendo como este álbum é muito bem feito para um álbum de estreia! O destaque principal é a lírica, que insere o ouvinte na vida do Emicida e te faz inclusive criar um certo apego/empatia. Curti muito também as transições, que se conectam de forma primorosa. Os beats não são assim ... read more
Liniker é uma artista muito talentosa. Muito. Claro exemplo disso é o lançamento desse álbum. Gostaria de elogiar os instrumentais, que estão simplesmente incríveis. Não sou o público alvo dela, eu escuta mais o som que ela fazia com o seu conjunto, mas admiro bastante a produção que vai fazendo. A lírica é boa, salvo algumas exceções, mas novamente: eu não sou totalmente o ... read more
Charli XCX alcançou o seu auge musical em "BRAT". Não sou uma pessoa que acompanhou 100% os seus trabalhos, escutei uns 60%. Eu particularmente gostava bastante do Sucker, abrindo parênteses para o excelente feat com a Rita Ora, e também do som solto, sem estar inserido em um álbum - como Beg For You com a Rina. Por já ter sido uma ouvinte, posso dizer como o BRAT é a maior obra da artista. Todas as vezes em que escuto me sinto dentro de ... read more