Voltando para esse projeto pessoal de ouvir toda a discografia da Björk. Eu gostei muito até os 70% do álbum. Quando estou ouvindo não procuro ver a lírica e apenas sentir o instrumental, a melodia, e está sendo bom, me permite focar em algo que aparentemente é o forte da artista: os “arranjos”, a construção sonora e não “textual”.
A capa desse álbum é linda! Acho que, infelizmente, estou perdendo a minha conexão com a Mistki, não sei se porque a lírica não me toca, o que é uma pena, porque ela é uma artista muito boa.
“House” é a única música realmente “memorável” no álbum, o que não é muito bom (principalmente para uma artista como a Charli, que entrega muito mais).
Começa muito elétrico, animado, mas lá nos 70% caiu. É um álbum que transmite felicidade.
As duas primeiras músicas desse EP são realmente o ponto alto. Muito difícil ver que a criatividade musical do grupo se dissipou para cada integrante e que seus trabalhos solo são melhores. Não consigo ver o BLACKPINK indo adiante, a não ser que elas consigam levar consigo, ao término do contrato, os direitos da marca (aí sim veríamos algo de excelência).
Apesar de aparentemente as pessoas não curtirem essa ''mixtape'', eu gostei. Acho que vai muito pelo momento que escutei pela primeira vez, o que, sem querer, fez criar um certo apego, mas, ouvindo agora novamente, é um trabalho até bem coerente do Justin Bieber.
Cara, esse disco é bom. Tem faixas que hoje são ''clássicos do pop'' (''Sorry'', ''Love Yourself''), explorando bastante aquela febre de colaborações entre house, dance e pop. É o melhor trabalho do Justin Bieber, ganha por pouco do ''Journals''.
Gosto muito da forma com que o LEALL produz e escreve suas músicas. Não me encantei muito por esse EP, mas tem uma produção até legal (em alguns raros momentos).
Esse álbum começa muito bem! Muito mesmo! Perdeu força mais ou menos na metade, mas é um debut incrível, legal mesmo.
A Lily Allen contou uma história de divórcio fascinante. Fiquei muito feliz em saber que ela estava voltando para a música e fiquei em choque escutando esse disco. No futuro, a Taylor Swift vai fazer uma versão disso aqui, menos ácida e com acordes de violão.
Cara, a estética desse disco é perfeita. Dá para ver como houve uma dedicação, um esforço, para construir algo que espelhasse o que a Rosalía estava pensando. Acho ela extremamente talentosa e dedicada, você consegue perceber que ela colocou sua vontade naquilo, é música de verdade, e não algo que facilmente poderia ter sido feito por IA (sabemos quais álbuns desse ano fizeram isso). Algumas faixas, ... read more
Mudar de gênero musical é uma coisa difícil, que pode enterrar a sua carreira. Isso poderia ter dado muito certo para o Tame Impala justamente pelo som produzido pelo Kevin ser algo aberto, que explora diferentes mixagens, não é só o tradicional bateria e guitarra. O problema desse disco aqui é que ele é chato. É isso. Não é nem a "produção", que também é abaixo, mas a falta de ... read more
Primeira vez escutando algo completo da Björk e posso dizer que gostei muito. Foi uma experiência agradável e a produção me deixou bem animada, gosto muito desse "pop house". O álbum ficou um pouco cansativo mais ou menos na metade em minha opinião, mas não é cabível dar menos que 7 para isto aqui.
Muito bom finalmente poder ouvir algo, sem ser gravado de forma precária, da Courtney. A sua sensibilidade fica muito visível ao escutar esse EP, e o fato de ser um trabalho independente, acústico, me deixa satisfeita e com ansiedade para ter acesso a outros trabalhos dela.
A Taylor Swift REALMENTE morreu. Não tem explicação para um trabalho tão mal feito, tão genérico, tão ruim quanto isso aqui, sério, não dá pra acreditar que a mesma pessoa que entregou um "Evermore" também pode fazer "The Life of a Showgirl". A escolha para equipe de produção foi PÉSSIMA, e a lírica parece ter sido algo feito por uma IA. Não dá pra defender ... read more
O começo disso aqui é muito bom, muito mesmo. Conheço a banda desde 2009 e resolvi escutar mais profundamente esse que é um dos discos mais conhecidos deles.
Será que era o ideal lançar um novo álbum 1 ano depois de outro, enquanto está em um turnê? Bem, a qualidade sonora e lírica de "Breach" explica essa pergunta. Às vezes, não é feio trabalhar em algo por um tempo, desde que isso seja bem feito.