A grande música desse EP certamente é "Ride" (que inclusive é uma das melhores da Lana). Achei todo o restante bem fraquinho, o que me deixa bem curiosa é que a Lana saiu disso para álbuns com muitíssima qualidade.
Escutar esse álbum por completo novamente foi como fazer uma viagem no tempo. Apesar de não ser um primor, é um som bastante "diferente" do que estava sendo feito em 2012. Tiro umas 4 músicas daqui, que realmente são aquém, mas é muito bom.
Deveria ter segurado isso por mais tempo, cara. Tudo aqui é facilmente descartável e 0 memorável. A produção é até legal, fluída, mas parece o único positivo de tudo isso.
Não importa o quanto eu me esforce, não consigo gostar do som dela (o que é uma pena).
Começou interessante, mas um pouco depois da metade comecei a sentir que escutava a mesma música.
Inacreditável como alguns veículos de mídia tentaram fazer este aqui acontecer.
A Reneé Rapp está tentando se encontrar como artista (o que é normal), mas infelizmente isso acaba culminando em álbuns pouco inspiradores e que fazem uma mistura de gêneros muito grande. Também acho a sua lírica bem... sem graça, ela parece contar sempre a mesma história, porém com palavras diferentes.
Não me cativou tanto quanto esperava... A lírica é muito boa, algo comum da artista, mas não consegui me conectar com os instrumentais e a história criada. Alguém aqui comentou que deveria ter sido um EP e eu concordo.
Ouvi aleatoriamente por conta de um comentário sobre discos de rap/trap br e parei aqui. Acho que até tem potencial, mas derrete antes da metade.
Cara, eu esperava mais pelo que algumas pessoas disseram, porém achei tudo bem comum. Tem uma produção até interessante em certos momentos, só que no final tudo pareceu ser o mesmo.
A mixagem começa muito boa, estalando, mas perde força lá pra 5ª música.
A Adrianne tem uma forma muito única de escrever suas canções, é como ler um livro.
Muito gostoso de escutar, melódico, com lírica até bem boa. Sempre que escuto algo da banda me sinto andando em ruas repletas de árvores alaranjadas pelo outono, com um livro nas mãos. E, pessoalmente, essa sensação é muito boa.
Ele mantém um padrão, o que é ótimo. Não me conectei tanto com esse disco, mas mesmo assim o achei muito bom.