Eu não te odeio porque você é gospel, "Jesus Is King", você é gospel porque eu te odeio.
Trabalho bem medíocre e que sacramenta a queda musical do pseudo artista Kanye West.
É maluco pensar que esse álbum tem "Ghost Town", que é uma das melhores músicas já feitas na história do mundo, e ao mesmo tempo todo o restante é esquecível.
Tem faixas boas, lendárias até, mas no geral é um disco que não me pegou, achei fraco, e boa parte das músicas são totalmente esquecíveis.
Triste pensar que a pessoa que fez isso aqui é um ser humano deplorável. Esse álbum é incrível, com muitos altos e só 3 médios, uma experiência musical agradável.
Se você acha que isso se parece com todos os pops que escuta atualmente, sim, é igual, e muito veio desse disco aqui. Produção muito boa, te leva e é uma experiência legal.
O melhor da trilogia, com toda certeza. Lírica boa, produção excelente, tudo isso se juntou e deu ao mundo um álbum incrível.
Produção novamente muito fora da curva, é possível quase flutuar escutando os beats e instrumentais. Entretanto, tive pouco interesse na lírica, senti que em certo momento ouvi a mesma música por 3 vezes.
Começando a desbravar a discografia dele. Este é um disco muito bom, com músicas que hoje em dia são clássicos. Gosto da produção, porém em alguns momentos ele escorrega, vem algumas mais chatinhas, mas nada que tire a qualidade no geral.
Isso aqui é muito bom. Poderia ter sido melhor ainda, mas é bom.
Meu deus, que sofrimento que foi escutar esse aqui, totalmente fora de curva dos outros álbuns.
Sonoramente, é até interessante, porém não curti muito a parte lírica.
Realmente, acho que esse é, olhando para qualidade, o melhor trabalho da artista. Pessoalmente, gosto mais do Ultraviolence, porém é impossível ouvir isto aqui e não pensar que a Lana alcançou o seu máximo. Não acho que ela vai conseguir repetir, mas ter um álbum desse na discografia já é o suficiente.
Em 2017, eu tinha a impressão de que esse álbum era melhor do que realmente é. Não é de todo ruim, mas também não se caracteriza como uma obra intocável. Acho que este aqui é o maior exemplo do futuro som que a Lana estava prestes a fazer, e que, infelizmente pra mim, se afasta do "Ultraviolence" (eu sei, eu sei, tenho muito apego com esse trabalho dela, mas é impossível não amar).
Definitivamente foi um queda do Ultraviolence para esse álbum. Claro que tem boas músicas, como "Music To Watch Boys To", "High By the Beach" e "Art Deco", mas o restante é totalmente esquecível.
Sons angelicais até a metade do álbum. Depois perde um pouco de força, mas isso não apaga o quão bom é isto aqui!