Cara, apesar desse disco ter uma das minhas músicas preferidas, "Sextape", não consegui sentir ânimo escutando-o. Os instrumentais até estão equilibrados, mas tive dificuldade em gostar deles por achar-lo muito parecidos.
Primeira vez escutando um álbum da Adrianne completo e posso dizer que foi uma experiência excelente (apesar de ter me feito chorar bastante). A lírica é tão linda, tão linda, que simplesmente não importa o instrumental ser acordes acústicos. Belo.
Primeira vez escutando algo da Joni Mitchell. Gostei muito da forma simples, mas "profunda", que a lírica é exposta nesse disco. É tudo muito pessoal e eu gosto disso, gosto quando o artista resolve explorar temas amplos sobre sua própria vida. Muito bom.
A produção é até bem criativa, mas senti um certo "descolamento" entre as faixas, elas estavam desordenadas, confusas, o que pessoalmente me desagradou um pouco. Entretanto, "Not Allowed" é uma das minhas músicas preferidas da vida, então foi possível extrair algo positivo daqui.
Eu amo a produção desse álbum. Na verdade, amo toda a produção das músicas do TV Girl no geral, é sempre algo interessante, mesmo que eu não goste totalmente. Esse disco foi isso para mim, muitos altos, alguns baixos, mas que fizeram valer a experiência.
Primeira vez que escuto um álbum completo do "HAIM". Não tenho conhecimento sobre os trabalhos anteriores delas, mas senti que esse disco é morno. Ele nunca alcança o pico, é médio o tempo inteiro. Isso não é totalmente ruim, mas também é 0 interessante, 0 criativo. Eu gostei bastante das fotos que elas tiraram ao promoverem este trabalho, achei criativo, mas infelizmente isso foi possível apenas nesta parte.
Acho que ainda preciso escutar esse disco mais algumas vezes para formar totalmente uma opinião, porém posso concluir inicialmente que é algo que caminha para um tom mais "aberto" da Lorde? Quando você escuta os álbuns anteriores dela é possível enxergar toda a caminha de formação da artista. É tão evidente que dá para "tocar" com os dedos. Em "Virgin" ela é uma mulher perto ... read more
O "GUTS" é até bem divertido, porém achei ele pouco criativo em relação ao "SOUR". Acho que houve pequenas mudanças na lírica, mas a Olivia ainda continua cantando sobre alguns assuntos que estavam no álbum anterior. Resta saber se isso vai acontecer no próximo disco, aí acho que já é para olhar com as sobrancelhas erguidas de preocupação.
Um Pop-Rock muito gostosinho, que é realmente um trabalho que espelha o momento do artista. Olivia canta sobre suas frustrações e isso é feito de forma muito honesta, algo admirável. Sinceramente, talvez possa parecer um pouco datado agora em 2025, um reflexo dos sons produzidos em tempos de pandemia, mas ao mesmo tempo enxergo algo a mais, uma produção muito boa e que no futuro provou ser um dos melhores debuts do "pop" nos ... read more
Procurei escutar esse álbum sem muitos julgamentos, por assim dizer, pensando que era só um pop comum, para você escutar no dentista, mas acontece que mesmo comum a Sabrina escorrega. Esse disco tem faixas legais, divertidas, como "Espresso", "Taste", "Bed Chem" e "Don't Smile", e que apesar de terem a profundidade de um pires divertem, têm uma produção açucarada. Entretanto, o restante é muito ... read more
Era só a primeira música e eu já estava chorando. Isso é o que a Fiona Apple faz comigo. É inevitável não pensar como esse disco mostra perfeitamente o momento da artista, seus conflitos internos, sua ansiedade pela vida, mas ao mesmo tempo o medo. Muito lindo.
Eu amei a capa desse disco, é muito linda. Não há muito o que falar do trabalho da Fiona Apple, ela é genial, uma compositora excepcional. Impossível não escutar isto aqui e não sentir que seu coração está sendo arrancado por mãos fortes e impiedosas. Belíssimo. Realmente, o trabalho dela faz MUITO mais sentido quando você escuta tendo mais de 20 anos.
Um disco que não foge muito do que a artista fez anteriormente, a lírica continua mordaz, entretanto, achei-o menos intenso do que os anteriores. A produção manteve um certo “padrão”, porém achei tudo mais “comum”, todas as canções eram parecidas.
Me surpreendeu muito como a Fiona Apple apenas evoluiu de um disco para o outro. Curiosamente, achei a produção de "When the Pawn..." menos 'melancólica" do que o Tidal, porém com lírica mais forte, profunda, carregada de alegorias inteligentes para ilustrar sentimentos tão comuns, mas ao mesmo tempo gigantescos que a artista carregava. Estou até o momento amando descobrir a discografia dela, curtindo cada segundo. ... read more
Estou visitando profundamente a discografia da Fiona e posso afirmar que nada foi tão intenso quanto as minhas lágrimas escutando esse disco. A sensibilidade em descrever sentimentos de um jeito tão profundo e pessoal me fez enxergar na artista o que EU sinto e isso é muito forte. “Sleep to Dream” minha favorita.
O antecessor é melhor…
A produção manteve uma certa qualidade, entretanto achei a lírica bem mais ou menos.
Eu gosto muito da produção do MU540 nesse EP, um esculacho de boa. Sobre o Kyan: ou ele vai acertar e ser maneiro ou então vai fazer algo muito estranho que machuca as orelhas. Tem um pouco disso aqui, mas passa um pouco porque a produção "esconde". É foda escutar qualquer coisa do Kyan e não lembrar da diss da Ebony.
O FBC é um cara musicalmente incrível e como "pessoa" mais ainda. Tenho o prazer de dizer que somos da mesma "comunidade" (nasci e cresci no Cabana) e que é bom demais poder escutar alguém cantar, de forma tão límpida, sobre a vida de verdade ali. Desde a questão das operações policiais, o tráfico, a dificuldade de sobreviver, os perigos, isso me toca de uma forma extraordinária. Esse disco é ... read more
Cara. a primeira faixa desse álbum é muito boa, muito mesmo. O problema é que todo o restante não é tanto assim, então fica totalmente torto. Um disco que é, realmente, uma representação do som "indie" que estava sendo feito nos anos 2000-2010.