É um bom álbum, com vocais que correspondem diretamente aos instrumentais e a lírica. Não acho a banda genial, pelo menos até agora, é um som ok. Meu problema com o The Strokes é que o Julian é branco e rico demais pra poder cantar músicas sobre policiais.
Instrumentais interessantes, apesar de perderem força no meio do álbum. Não consegui me conectar com a lírica, infelizmente. Amo essa capa!
Eu gosto da forma com que a Rachel escreve suas canções, é divertido e parece, em alguns momentos, que ele está te contando pessoalmente uma história.
Acho que esse EP teria sido bem melhor se tivéssemos falado apenas do Isaac. Rachel é uma artista interessante, mas achei esse EP muito fraquinho, pouco capaz de despertar interesse.
Um disco até bem coerente, mas não senti aquela magia do álbum anterior, o que é uma pena, porque gosto muito dos trabalhos da Marina.
Faltou ambição aqui, tudo parece ser o mesmo, o que às vezes não é ruim, só que dá errado nesse álbum. Os maneirismos e os temas recorrentes, repetindo-se e usando as mesmas expressões, mostra "talvez" um bloqueio de escrita? Não sei bem dizer o motivo, mas se não fossem as batidas, os instrumentos, eu acharia que estava ouvindo a mesma música por 32 minutos.
Eu gostei muito, muito, dos instrumentais desse disco, realmente são de grande qualidade. Gosto também da lírica, mas em alguns momentos queria que a Liniker fosse mais... simples? Acho que algumas das construções metafóricas que ela faz são um pouco "chatas" e quebra a "mística" do instrumental. Bom álbum, que pena que o conjunto terminou.
O Sufjan é um compositor magnânimo, a delicadeza e o cuidado em escrever e alinhar com os instrumentos é algo belo. Não me conectei tanto assim com esse disco, mas reconheço sua qualidade.
Um trabalho interessante, mas que faltou um pouco mais de tempo dedicado a sincronia entre lírica e instrumentais.
Achei esse álbum pouco criativo, em muitos momentos ele inclusive me deixou com um certo tédio, infelizmente. A lírica é até boa, mas não é estável.
Belo, carinhoso, é quase como se a Mitski estivesse sentada de frente para mim, afagando meu rosto e dizendo "Ok, eu te entendo, tudo bem sentir isso".
A Mitski tem um jeito muito único de contar "histórias" e isso definitivamente é o que me atrai em suas músicas. Incrível como vários sentimentos guardados dentro do meu coração são exprimidos por sua lírica.
Eu ainda não curto muito seu som, Vince, mas agora consigo apreciar algumas coisas.