Normalmente o "debut" de um artista não é sempre bom, mas o da Taylor realmente é bem fraquinho. Acho que muito pelo aspecto da ideia e até mesmo inserção na música. Bem esquecível na verdade, mas gostei de duas canções.
Às vezes eu não consigo acreditar que esse álbum ganhou um Grammy. "Fearless" é legalzinho, mas acho que, para mim, os conceitos de qualidade estão muito acima do que o álbum entrega. Eu cortaria de boa uns 7 faixas e isso diz muito sobre a experiência de escutar.
Eu acompanhei a era "Speak Now" em metades, porque na época era uma pirralha na casa dos 11 anos e não tinha internet em casa, o que eu escutava era o que passava na rádio e na televisão. Entretanto, me vi curtindo músicas nessa regravação que já conhecia, o que é muito bom, só que tem um problema: ela inseriu o "The Vault" e são justamente essas canções que eu não gosto neste ... read more
Esse álbum para mim tem cheiro de 2021. Lembro que foi muito bom poder acompanhar a Taylor lançando essa regravação, todo o caos esperando o lançamento e me lembro de ter chorado muito escutando enquanto tomava vinho (tinha acabado meu relacionamento na época). Algumas faixas são um pouco chatinhas, mas nada que interfira totalmente na experiência.
Tasha e Tracie são um absurdo de boas, dão um respiro novo pra cena do hip-hop brasileiro. Elas rimam com facilidade e entregam beats muito bons. Minhas faixas preferidas são "Lui Lui" e "SUV".
O irmão soturno do “Folklore”, o irmão adulto. Gosto muito desse álbum, admiro profundamente a forma com que a Taylor falou sobre assuntos mais maduros e de uma forma bem legalzinha sonoramente.
Eu não curti muito esse disco quando ouvi pela primeira vez. Porém, com o passar dos anos, e com o meu amadurecimento, entendi a sua grandiosidade. "Blonde" é lindo. Incrível como já se passaram 8 anos desde o seu lançamento e mesmo assim ele nunca, nunca, deixa de estar em listas de álbuns para se escutar. Um dos meus álbuns favoritos da vida inteira.
Esse álbum me dá o sentimento gostoso de ser jovem, estar junto dos amigos e só curtir a vida. Curto muito esse sentimento e fico feliz de, ao ouvir o Taylor's Version, ter gostado tanto quanto em 2014. As faixas bônus são muito gostosinhas de escutar e casou super com as outras. Isso que eu quero dizer quando falo que ela devia focar no pop, porque ela sabe fazer.
Esse álbum é como um dia de frescor, se sentar ao lado de alguém que gosta, em um dia de descanso, comendo e se divertindo, sentindo como a vida pode ser boa. Escutar as músicas do Mac sempre fazem isso comigo, independente se elas tiveram muita qualidade ou não.
O Tyler é um produtor do cacete! Impossível não se deixar levar pelas batidas, o mix, tudo é absolutamente incrível. As transições deixam tudo ainda mais fechadinho, um absurdo! Curti muito!
Esse aqui infelizmente não dá pra engolir esse aqui, qualidade muito inferior, nem parece que é o mesmo artista.
Aqui o Ed já começou a escorregar um pouco pra mim. Claro que o ''Divide'' tem boas faixas, como ''Happier'' que eu curto muito, mas infelizmente a maioria é bem mid, o que me deixa meio triste, sei lá, porque o som dele era algo que eu amava de coração.
Tenho um amor profundo por esse álbum, memória afetiva muito forte. Me lembro de colocar para escutar enquanto ia para escola, decorando todas as letras. Sei que o Ed é um artista pouco inovador, mas o salto do ''+'' para este aqui existe e ocorre de forma positiva! Amo muito, inclusive foi um dos primeiros cd's que comprei na minha vida.
Esse álbum não é o melhor dos dele, mas tem algumas faixas que eu amo. Sou suspeita pra falar porque sou muito fã dos 3 primeiros álbuns do Ed, então sempre vou falar muito pelo coração aqui. O que mais me atrai nele são suas letras, e não a qualidade da produção (que é basicamente um violão).
Esse álbum tem pérolas escondidas e alguns deslizes. A Camila não tem um vocal “espetacular”, é uma voz normal, mas em seu primeiro álbum, diferente dos próximos que viriam, ela demonstra tentar compor, tem um pouco de profundidade no que está dizendo, e isso ofertou ao mundo a melhor música da sua carreira inteira: “Something’s Gotta Give”. É um álbum mediano, que te diverte em alguns momentos, ... read more
Um álbum que realmente é a cara da Billie. Sons dançantes, mesclados com uma lírica não tem “uau”, mas que é gostoso de escutar. Sinto que a artista está evoluindo, amadurecendo, em sua música. Aquele tom meio melancólico ainda existe, mas menor.