É um disco que possui o tipo de produção das minhas faixas favoritas do sucessor dele, mas por alguma razão aqui não me pegou tanto, mesmo achando tudo bastante carismático.
O melhor álbum dela em 17 anos. As produções remetem muito àquela Mylène Farmer "mística" e misteriosa de antigamente e acredito que muito disso vem da produção absurda do Woodkid que é reconhecido por esse estilo. Nunca imaginei que veria ambos trabalhando juntos... e fico feliz que tenha acontecido.
Assim como o "Interstellaires", também considero esse disco mais "básico", entre muitíssimas aspas, mas acho que diferente do álbum anterior, aqui tudo conversa com tudo de forma bem mais coesa e melhor produzido. Ouvindo novamente após um bom tempo e ele deu uma baita melhorada.
Provavelmente é o álbum que menos ouvi da Mylène. Sempre tive questões com o quão "básico" ele é, principalmente nas produções e comparado com os últimos dois discos, que eram cheios de camadas e super barulhentos (né Monkey Me?!!!). Hoje, consigo ver que é a intenção dele ser assim.
Esse álbum é tão eletrônico, que às vezes você fica até meio desnorteado se perguntando o que está acontecendo. Parece que os produtores queriam, em quatro minutos de cada faixa, mostrar tudo o que eles conheciam sobre o gênero e saíram adicionando tudo que é batida e efeito sonoro ao mesmo tempo. Isso resultou em um álbum extremamente barulhento e às vezes bagunçado, o que faz uma galera torcer o ... read more