Esse tipo de música eletrônica me irrita um pouco, mas como um todo, traz produções muito interessantes.
Esse é a verdadeira obra prima da carreira do Michael. Todos os prêmios que ele venceu com o "Thriller", ele TAMBÉM deveria ter ganho com o "Dangerous". Superou tudo em questão de clipes, hits e identidade visual.
É meu primeiro contato com um álbum completo do Evanescence e foi uma experiência bem positiva. Preciso dizer que a sonoridade não é muito diferente dos clássicos antigos que conheço deles e não sei até que ponto isso é positivo. Poderia facilmente ser um álbum dos anos dois mil, mas tem algumas produções mais atuais que equilibram um pouco a nostalgia com novidade.
O início desse álbum foi muito promissor. As primeiras três faixas trazem um ar de trilha sonora de filme romântico dos anos 80/90 e até de musicais da Broadway que te cativam logo de cara. Queria que o disco inteiro tivesse seguido por esse caminho "broadwaydiano", traria até um conceito e um certo sentido para essa capa questionável que foi escolhida para embalar o projeto. O meio do álbum traz algumas produções bem ... read more
Mantém a mesma atmosfera do disco anterior, mas é bem mais carismático.
Atingiram o equilíbrio perfeito entre synthpop e eletrônico nesse disco.
É um disco que possui o tipo de produção das minhas faixas favoritas do sucessor dele, mas por alguma razão aqui não me pegou tanto, mesmo achando tudo bastante carismático.
O melhor álbum dela em 17 anos. As produções remetem muito àquela Mylène Farmer "mística" e misteriosa de antigamente e acredito que muito disso vem da produção absurda do Woodkid que é reconhecido por esse estilo. Nunca imaginei que veria ambos trabalhando juntos... e fico feliz que tenha acontecido.
Assim como o "Interstellaires", também considero esse disco mais "básico", entre muitíssimas aspas, mas acho que diferente do álbum anterior, aqui tudo conversa com tudo de forma bem mais coesa e melhor produzido. Ouvindo novamente após um bom tempo e ele deu uma baita melhorada.
Provavelmente é o álbum que menos ouvi da Mylène. Sempre tive questões com o quão "básico" ele é, principalmente nas produções e comparado com os últimos dois discos, que eram cheios de camadas e super barulhentos (né Monkey Me?!!!). Hoje, consigo ver que é a intenção dele ser assim.
Esse álbum é tão eletrônico, que às vezes você fica até meio desnorteado se perguntando o que está acontecendo. Parece que os produtores queriam, em quatro minutos de cada faixa, mostrar tudo o que eles conheciam sobre o gênero e saíram adicionando tudo que é batida e efeito sonoro ao mesmo tempo. Isso resultou em um álbum extremamente barulhento e às vezes bagunçado, o que faz uma galera torcer o ... read more
Mylène Farmer é uma artista tão, mas tão absurda que o primeiro álbum da carreira a ser "mais ou menos", entre muitas aspas, ainda é uma nota NOVENTA E SEIS.
A capa desse álbum engana qualquer um já que parece muito uma identidade que seria usada em um álbum de heavy metal. "Point de Suture" mergulha fundo no eletrônico e synthpop, algo que começou, de maneira mais tímida, no disco anterior. O álbum também traz uma pegada rock, principalmente na faixa "Paradis inanimé", mas no geral fica nos primeiros dois gêneros citados. Considero um dos maiores acertos da ... read more
Seis anos separam o icônico "Innamoramento" desse álbum. Foi o primeiro trabalho da Mylène nos anos 00's, então é notável a modernização sonora, com bastante presença de elementos eletrônicos, mesmo que na maioria das vezes, de forma sútil.
Acredito que não tenha sido proposital, mas acho incrível que ela deu indícios desse álbum no "Anamorphosée", quatro anos antes... principalmente pelo uso da água na produção de algumas faixas. Aqui, ela atingiu o auge da perfeição e acredito que seja a grande MAGNUM OPUS da carreira.
As últimas três músicas destoam completamente do restante do álbum, soando até bobas em comparação, mas não estraga a experiência e elas até possuem um certo valor. É um disco icônico.