DUDA BEAT - esse delírio vol.1
60

"huh... nicki minaj... not going to pass on that"

Celly Campello - Brôto certinho
65

é inferior ao álbum de estreia da celly.
acho que devia ter parado no primeiro mesmo, teria consolidado a imagem de musa do rock sem se desgastar tanto.

Celly Campello - Estúpido Cupido
75

fundadora do rock no brasil!!!
o álbum é dos anos 50, e apesar de ter envelhecido um pouquinho mal, ainda dá pra sentir aquela euforia juvenil e desenvolvimentista de 1959.
me sinto dançando twist, enquanto tomo um milk-shake com minhas amigas que estão usando um vestido de bolinha.

Jovem Dionisio - Migalhas
80

não me soou tão inovador ou diferente na primeira ouvida, mas acho que promete muito... só precisa dar uma envelhecida e talvez o sentimento cresça.
"faz tanto tempo" foi a única que me prendeu e me pegou de primeira.
tô acostumado com o som do último álbum deles e o migalhas parece bem diferente.

Noisettes - Wild Young Hearts
77

não sei como, mas me decepcionei...

Chico Buarque - Construção
88

tem um tom muito vibrante, uma sonoridade quase mística, muito obscura e assombrosa.
apesar de um som pesado e até aversivo, é a dimensão sonora que delinea o especial do álbum: um esboço do que era a sociedade brasileira nos anos 70, principalmente na realidade da metrópole: pulsante, violenta e repressiva.

Blitz - As aventuras da Blitz 1
70

não é tão maneiro e provocativo como na época de lançamento, mas a genialidade ainda tá nas letras.
sem contar no multiverso criado pela banda, com livreto de gibi, show e desenho em pleno anos 80 num brasil ditadura.
é muita coragem, ousadia e trabalho que cria o álbum.

Harry Styles - Harry's House
92

não sei como descrever a experiência de ouvir esse álbum, nem sobre o que eu sinto...

Thiago Pantaleão - Fim do Mundo
80

desvia e destoa às vezes, não é tão retinho e coeso, mas tem letra, profundidade e entrega do thiago.
gostei muito do som quando o álbum lançou, e hoje nada parece ter mudado.

Monik - Fubanga Pop
60

de fato, estou numa dúvida.
é fubanga pop e fubango pela estética, pelo meme, intencional, ou só é ruim?
não sei porque eu tô dando nota baixa se o nome do EP é "fubanga pop" e o que ela mais serve seja realmente fubangice.

sombr - Homewrecker
85

primeira música realmente inédita que eu ouço do sombr. e que cara simpático no som que ele faz.
tinha uma antipatia por ele, mas depois de ouvir isso, minha implicância acabou na hora.
sonoridade muito confortável e agradável, sem falar no clipe.

Marina Lima - Ópera Grunkie
60

não é a melhor coisa já feita pela marina. mas poxa, teve esforço, produção, composição.
e ela não tá na melhor condição vocal — achei desnecessário ler tantos críticos musicais detonando ela.
há alguma coisa que se salva aqui. "olívia" por exemplo, parece ser tão banal mas é muito interessante.

Mariah Carey - Charmbracelet
72

ter essa grandiosidade sem esforço é um detalhe que merece ser louvado. mesmo na mediocridade.
o charmbracelet desde o início não se propõe a ser comercial, mas um reposicionamento de imagem.
a mariah mais hip-hop do que nunca, por mais que esteja açucarada e morna, é um somzinho bom e passável.

Liniker - CAJU
88

em contraponto com o indigo, aqui caju não quer apenas ser, quer voar — se ser ao quadrado e sem precisar da permissão de ninguém.
é uma celebração vibrante e colorida do eu, à moda mais brasileira e genuína possível

Marina Lima - Marina Lima
80

som único, melancólico e original, que une a tradição a inovação

Marina Lima - Fullgás
85

que som gostosinho que a marina faz.
acho que é hora de começarmos a falar mais da marina. o pop br dos anos 80 só quer falar de lulu santos, cazuza, ritchie. quando vamos ver a marina como uma figura precursora do pop feminino?

Liniker - Indigo Borboleta Anil
88

numa seleta de ritmos brasileiros e envolventes como o neo-soul, a lili que ainda não tinha virado caju expõe todas as dores e amores sobre viver, ser e amar — todos sob a sua própria ótica e intensidade.
antes de se confraternizar na sua grandeza, aqui a liniker ainda tem desejo de voar, numa busca do seu eu mais autêntico.

Harry Styles - Kiss All The Time. Disco, Occasionally.
80

tem uma sutileza e dedicação pra construir esse som, ao mesmo tempo tem uma profundidade e intenção em tudo. o harry consegue comunicar emoções sem necessariamente ter todo aquele excesso de açúcar ou sal de lágrimas.

Mariah Carey - E=MC²
72

aqui tem aquele frescor, a vibe praiana e de verão.
é mariah na sua versão mais solar e descontraída, que deixa umas pontas soltas e não se importa muito em impressionar.
ótimo pra uma viagem no litoral ou momentos de contemplação.

Demi Lovato - It’s Not That Deep (Little Bit Extra Version)
80

não muda muita coisa da versão standart.
claro que toda a grandiosidade emocional ainda tá aqui.

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