é uma bagunça desenfreada. começa bem, a faixa-título é incrível, e depois dela não para de decair, detesto esses vocais puta que pariu e não consegui curtir de fato nenhuma música além da primeira, apesar de haver ora ou outra algum momento interessante
está longe de ser o pior dele. as primeiras três faixas são muito boas, "Format & Journey North" é a melhor delas, a segunda metade dessa música é perfeita. o álbum fica menos interessante depois dessas três, mas é ok, nada ruim, e finaliza bem com "Hyperdawn" que parece soundtrack de videogame
acho que eu gostaria mais desse álbum se ele fosse inteiramente instrumental
não sei que magia é essa (na verdade sei sim), mas a gama de emoções que uma música que repete a mesmíssima coisa por quase uma hora como "dlp 5" causa em mim é meio insano, ainda mais levando em conta que "dlp 4" vem antes. de todos os quatro, esse é o meu loop favorito junto com o primeiro, ambas as "dlp" são perfeitas
quando vi essa abundância de gêneros, fiquei animado, queria ter gostado mais.
é tão bom quanto o Stratosphere. "Cooking" é a minha música favorita do Duster (empata com "Earth Moon Transit", depende do dia).
esse desenho arrasava tanto nas músicas mds
preciso me acostumar mais com os vocais, mas gostei bastante do que ouvi, a faixa-título e "Anesthetize" canções chocantes
muito lindo! duas horas que passam voando em meio a instrumentais belíssimos cheios de sintetizadores, a última música é incrível, mas a que mais se destacou para mim foi a penúltima música, "[...]", 20 minutos inebriantes de lindos
a parte engraçada de ouvir um álbum tão triste quanto esse é perceber que ele pariu o Beach House na música "Being in Love", que é linda. "Tigress", "Lioness" e principalmente "The Black Crow" são outros destaques graças às perfomances vocais incríveis e emocionantes do Jason Molina, entoando letras profundas com tudo o que ele tem, muito lindo mesmo
é tão futurista e hipnotizante. é incrível. surreal isso ter sido gravado em 1981
acho que "Mutant Standard" é a melhor coisa que o Daniel Lopatin já fez na carreira dele
fiquei bem decepcionado quando esse álbum lançou porque eu era muito fã do Duster nessa época (ainda sou), mas nossa é bem merda, composições sem graça e um estilo de slowcore - post-rock tão chato e plano. é o pior álbum deles. têm seus destaques, mas nada tão bom quanto seus lançamentos anteriores.
praticamente é a mesma música nove vezes por quarenta minutos. fica cansativo, mas não achei ruim
instrumentais deliciosos e bons vocais, mas sinto que o álbum me perde do meio pro final, continua bom, mas nunca tão bom quanto as quatro primeiras faixas
eu gosto do Nothing, acho eles uma das bandas de shoegaze mais interessantes a surgir na década passada, mas esse álbum é só... chato, muito chato
é o melhor álbum deles desde o Plastic Beach, mas acho que apenas enjoei da banda a esse ponto, não achei o álbum ruim nem nada mas tenho zero vontade de ouvi-lo novamente, talvez reouça daqui umas semanas ou meses, mas sei lá.
faz um tempo que ouvi esse álbum e ele ainda perambula pela minha mente. slowcore por si só é um tipo de música feita para ser triste, Low e Carissa's Wierd não é algo que alguém vai ouvir esperando sorrir, mas esse álbum do Songs: Ohia é diferente. é um dos álbuns mais deprimentes que já ouvi e não se parece em nada com outros álbuns do Jason Molina, primeiro que a maior parte do álbum ... read more